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Edição 55

Galeria Priscila Hlodan

"Esta artista me emociona profundamente. O rítimo, as cores, expressam poeticamente um ser dividido entre ganhos e perdas. Mulher, poeta e artista, em sua homenagem compus este Haikai:

faces da alma
pinceladas vibrantes
perpetuadas"


Géssica Hellmann

Faces do espírito

Priscila Hlodan desnuda sua alma ao pintar suas telas. Suas obras refletem as várias faces do ser humano com sentimentos de amor, dor, medo e paixão.

São figuras compostas por alma, sem carne, sem formas definidas, sem planos ou fundos complexos que possam desviar o olhar, entretanto consegue-se definir claramente os sentimentos vividos com formas sutis, entrelaçadas à pinceladas fortes, a artista cria um caos e projeta nele um ambiente de contrastes que revela o que realmente é a vida...

Essas "personagens", com suas cabeças torcidas, seus seios desproporcionais revelam uma necessidade de adaptação, algo que reprime, desconcerta, mas ainda assim não conseguem deixar de vivenciar, de serem verdadeiras na mais pura essência das sensações.

O que conta aqui é apenas a arte de viver, o desejo de pintar, de explorar, de sugar da alma sentimentos vividos em instantes e transpassar ao público em forma de cores, de mulheres, de desejos, realizações e sensações...

Fonte: http://www.facesdoespirito.com.br

Priscila Hlodan - Choro - arte sexualidade
Choro, óleo s/ tela

Priscila Hlodan - Dominação - arte sexualidade
Dominação, óleo s/ tela

Priscila Hlodan - Fóbico - arte sexualidade
Fóbico, óleo s/ tela

Priscila Hlodan - Minha roda - arte sexualidade
Minha roda, óleo s/ tela

Priscila Hlodan - Mono/Uno - arte sexualidade
Mono/Uno, óleo s/ tela

Priscila Hlodan - o próprio deserto / luto - arte sexualidade
O próprio deserto / luto, óleo s/ tela

Priscila Hlodan - Perfeição - arte sexualidade
Perfeição, óleo s/ tela

Priscila Hlodan - Vergonha - arte sexualidade
Vergonha, óleo s/ tela

Priscila Hlodan - Espada de São Jorge - arte sexualidade
Esposa de São Jorge, óleo s/ tela

Priscila Hlodan - Libertina - arte sexualidade
Libertina, óleo s/ tela

Priscila Hlodan - Prisão - arte sexualidade
Prisão, óleo s/ tela

Priscila Hlodan - Devoção - arte sexualidade
Devoção, óleo s/ tela

Priscila Hlodan - Alma - arte sexualidade
Alma, óleo s/ tela

Música

Só Pro Meu Prazer
Composição: Cazuza

Não fala nada deixa tudo assim por mim
Eu não me importo se nós não somos bem assim
É tudo real as minhas mentiras
E assim não faz mal E assim não me faz mal não

Noite e dia se completam o nosso amor e ódio eternos
Eu te imagino, eu te conserto eu faço a cena que eu quiser
Eu tiro a roupa pra você minha maior ficção de amor
Eu te recriei, só pro meu prazer

Só pro meu prazer

Não venha agora com essas insinuações
Dos seus defeitos ou de algum medo normal
Será que você, não é nada que eu penso
Também se não for não faz mal Não me faz mal não

 

 
Edição 54

oficina de teatro zaira zambelli arte sexualidade corporalidade

Galeria Sônia Scalabrin II - Série Feminino - Pinturas inéditas!

"Sua obra reflete o amor pela vida, pelo ser feminino, sua força interior. Nos faz pensar que mesmo num mundo com tantos prenconceitos, ódio, violência... que AMAR vale a pena." - Géssica Hellmann

Um pouco mais sobre a vida desta grande artista...

"Nasci na cidade de Caxias do Sul, RS. Filha caçula de uma família de nove irmãos, de pais filhos de imigrantes italianos, tive uma infância muito feliz em meio a toda cultura italiana, com muita cantoria, vinho, todas as tradições e simplicidade. Meu pai tinha uma fábrica de móveis artísticos e desde a mais tenra infância vivia eu entre madeiras, formões, lixas, desenhos, esculturas, móveis estilos Luiz XV, Luiz XVI e inglês, tendo isso contribuído para direcionar meu olhar para o belo e para o gosto pela escultura, pintura e expressões artísticas em geral.

Adquiri habilidades para trabalhos manuais como costura, bordados, desenhos, pinturas, entalhes em madeira, vitrais e coisas artesanais em geral, assim como para a música que eu escrevia letras e arriscava algumas composições no violão.

Dentro de mim aspirava pelo novo, conhecer o mundo, lugares diferentes, voar alto, conhecer pessoas, novas culturas, e acabei vindo para Campinas em 1975 para iniciar o curso de Educação Artística com especialização em desenho.

Longos anos dedicados aos cinco filhos que nasceram neste período, arte que a vida me presenteou, e a muitos cursos que fiz dentro da área de artes desde desenho, pintura, escultura, vitral, porcelanas, faianças,...Finalmente em 1991 inauguro meu ateliê para aulas de desenho, técnicas de pintura como principal atividade. Em 1993 inicio o curso de aquarela com especialistas, na faculdade Santa Marcelina, em São Paulo. Em seguida iniciei meu curso de pós-graduação em Pintura em aquarela, cuja monografia foi "A emoção da Cor", concluída em 1998. Depois disso fiz algumas disciplinas na pós-graduação da Unicamp e cursos livres de história da arte e criatividade.
Tenho apresentado seminários, workshops e demonstrações de técnicas variadas.

De 1996 até o momento participei de várias coletivas internacionais, frutos de um trabalho artístico amadurecido e reconhecido". S. Scalabrin

Técnica...

"A cor é a essência de minha arte. Meu interesse pelas cores tem suas raízes na infância, os matizes sempre me fascinaram. O fazer artístico e suas aplicações são a minha força motriz, direcionando e enriquecendo minha vida. Minha obra nasce como necessidade vital sob meu olhar atento a linguagem das formas, utilizo as cores como veículo de minhas energias, transformando sentimentos e cristalizando imagens numa incessante busca de novas manchas, combinações cromáticas e diferentes formas de expressão. Crio sentindo o pulsar da vida através de uma linguagem dinâmica, numa interação total com os materiais que utilizo... Papel, tintas, pincéis, entre outros.

Entre outras técnicas, utilizo principalmente o processo da aquarela pela transparência, leveza e relações cromáticas que este meio me permite alcançar, tendo a água como elemento de purificação, do subconsciente, do amor e das emoções".
S. Scalabrin

Fonte:Portfolio Sônia Scalabrin

Sônia Scalabrin - Série Feminino - arte sexualidade
Série Feminino

Sônia Scalabrin - Série Feminino - arte sexualidade
Série Feminino

Sônia Scalabrin - Série Feminino - arte sexualidade
Série Feminino

Sônia Scalabrin - Série Feminino - arte sexualidade
Série Feminino

Sônia Scalabrin - Série Feminino - arte sexualidade
Série Feminino

Sônia Scalabrin - Série Feminino - arte sexualidade
Série Feminino

Sônia Scalabrin - Série Feminino - arte sexualidade
Série Feminino

Edição 53

oficina de teatro zaira zambelli arte sexualidade corporalidade

Galeria Sônia Scalabrin

"Minha obra de arte é resultante da busca de minha verdade, combinada à pesquisa, e muita experiência vivencial, tanto na parte pictórica quanto na existencial. Experiências estas do fundo da alma, ocorridas através de profundos processos internos de amadurecimento no trabalho, em paralelo ao crescimento próprio.

As obras que fazem parte da série do feminino revelam todo meu envolvimento com a sensibilidade e a inerente capacidade de amar. A presença constante da grande força cósmica, a mulher, o feminino, a própria corrente da vida. Utilizei o processo da aquarela, tendo a água como elemento de purificação, do subconsciente, do amor e das emoções. Em constante fluxo fértil, úmido e feminino, o meio aquoso desta técnica possue capacidade de levar às profundezas".

S. Scalabrin

Fonte:Portfolio Sônia Scalabrin

Sônia Scalabrin - arte sexualidade
Série Modelo Afro

Sônia Scalabrin - arte sexualidade
Série Modelo Afro

Sônia Scalabrin - arte sexualidade
Série Feminino

Sônia Scalabrin - arte sexualidade
Série Feminino

Sônia Scalabrin - arte sexualidade
Série Feminino

Sônia Scalabrin - arte sexualidade
Série Feminino

Sônia Scalabrin - arte sexualidade
Série Forró

Sônia Scalabrin - arte sexualidade
Série Forró

Sônia Scalabrin - arte sexualidade
Série Forró

Sônia Scalabrin - arte sexualidade
Série Futebol

Sônia Scalabrin - arte sexualidade
Série Futebol

Música

Beija Eu
Marisa Monte

Seja eu,
Seja eu,
Deixa que eu seja eu.
E aceita
O que seja seu.
Então deita e aceita eu.

Molha eu,
Seca eu,
Deixa que eu seja o céu
E receba
O que seja seu.
Anoiteça e amanheça eu.

Beija eu,
Beija eu,
Beija eu, me beija.
Deixa
O que seja ser

Então beba e receba
Meu corpo no seu corpo,
Eu no meu corpo.
Deixa,
Eu me deixo
Anoiteça e amanheça


 
Edição 52

Galeria Ashraf N. Geybatli

"Geybatli é um artista azerbaijano nascido em 1951. Sua obra me encanta particularmente porque o artista consegue 'geometrizar' a emoção e a beleza do corpo humano. As cores vibrantes despertam uma alegria, uma vivacidade e uma sensualidade sutil. Suas formas humanas geométricas assemelham-se a personagens teatrais.

Ao observar a dançarina, quase se é possível sentir a vibração da música através das cores. O pescador, apesar da serenidade, carrega consigo cinco peixes que mais parecem grandes falos perfurados. A obra 'Love' encanta pela sensualidade, pelo rítimo de seus traços expressivos. O encanto das demais obras desta galeria, deixo-o à livre apreciação do visitante".

Géssica Hellmann

Fonte:ArtInfo

Ashraf N. Geybatli - A gift of the moon - arte sexualidade
A gift of the Moon (1990) Oil

Ashraf N. Geybatli - Dance - arte sexualidade
Dance (1991) Oil

Ashraf N. Geybatli - Fisherman - arte sexualidade
Fisherman (1990) Oil

Ashraf N. Geybatli - here is our health - arte sexualidade
Here is to our health (1990) Oil

Ashraf N. Geybatli - Love - arte sexualidade
Love (1990) Oil

Ashraf N. Geybatli - Oriental Rhythms - arte sexualidade
Oriental rhythms (1991) Oil

Ashraf N. Geybatli - Sitting woman - arte sexualidade
Sitting woman (1991) Oil

Ashraf N. Geybatli - Sunset motif - arte sexualidade
Sunset motif (1991) Oil

MÚSICA

Luz del Fuego
Rita Lee

Eu hoje represento a loucura
Mais o que você quiser
Tudo que você vê sair da boca
De uma grande mulher
Porém louca!

Eu hoje represento o segredo
Enrolado no papel
Como Luz del Fuego
Não tinha medo
Ela também foi pro céu, cedo!

Eu hoje represento uma fruta
Pode ser até maçã
Não, não é pecado,
Só um convite
Venha me ver amanhã
Mesmo!

Amanhã! Amanhã! Amanhã!...

Eu hoje represento o folclore
Enrustido no metrô
Da grande cidade que está com pressa
De saber onde eu vou
Sem essa!

Eu hoje represento a cigarra
Que ainda vai cantar
Nesse formigueiro quem tem ouvidos
Vai poder escutar
Meu grito!

Eu hoje represento a pergunta
Na barriga da mamãe
E quem morre hoje, nasce um dia
Pra viver amanhã
E sempre!

 

 
Edição 51

Galeria Edward Belsky

"Ele é um artista em seu ápice. Impetuoso, bem-humorado, esperto, pleno de energia criativa. Ele é uma pessoa determinada em agarrar cada instante de vida e tirar o maior proveito. Um profissional completo, um pintor prolífico, um pai e marido amorosos, e um caráter ligeiramente enigmático fazem de Belsky a pessoa que é.

Apesar de constantemente ocupado com suas preocupações "seculares", ele, não obstante, corre a seu estúdio todos os dias como se para uma missa. Lá, em seu local de trabalho, um grande mistério acontece, em que suas impressões são transferidas para a tela através de uma plenitude de expansão emocional.

O tema de seu trabalho foi claramente delineado desde o começo: é elemental.
A água é seu elemento de escolha e fornece a base, emocional e artística para seus quadros. Em seus trabalhos, ELE é um navio chamado "Edward" velejando os mares da mente e do coração. Ao redor dele vive a calmaria e o ideal. Seu abrigo está nas ondas, no cheiro do ar salgado, no gentil oscilar de seu navio e na expansão do espaço infinito em direção ao horizonte sempre-distante - tudo isso faz parte de sua linguagem de metafórica e emocional.

As mulheres também são um aspecto proeminente do conteúdo de suas pinturas. Elas são delicadas, sonhadoras, graciosas e um pouco irreais. Algumas delas aparecem como guerreiras com características fortes e adornadas com chapéus que lembram capacetes. Outros se parecem com sacerdotisas cheias de idéias sobre o futuro e de sabedoria sobre a vida.

Belsky não trabalha com modelos vivos ou fotografias. Muitos dos seus retratos de mulheres, de fato, podem ser visualizadas como partes de Belsky, ele próprio - a exploração do artista das muitas facetas que compreendem seu ser.

Quanto à composição, Belsky freqüentemente preocupa-se com a harmonia e a igualdade dos elementos. Seus retratos são freqüentemente de duas pessoas juntas: um par de rostos, dois rostos em um, duas figuras em uma, etc, refletindo seu tratamento da qualidade metamórfica natural e humana, e expondo sua crença em uma harmonia e ordem superiores no mundo.

A sensualidade e a abordagem visceral de seu trabalho emprestam a suas obras um grande sentido de emoção. Seus trabalhos são meditações e veículos de sua vida sentimental e das viagens profundas de sua mente e coração.

É um prazer assistir este artista crescer e mudar com o tempo. Ele nos oferece um mundo ao mesmo tempo familiar e fantástico. Os elementos do real combinam-se e alegram-se com suas contrapartes na imaginação do Belsky".

Olga Bebko - Galerista

Fonte:http://www.belsky.kiev.ua/bios/

Edward Belsky - arte sexualidade

Edward Belsky - arte sexualidade

Edward Belsky - arte sexualidade

Edward Belsky - arte sexualidade

Edward Belsky - arte sexualidade

Edward Belsky - arte sexualidade

Edward Belsky - arte sexualidade

Edward Belsky - arte sexualidade

Edward Belsky - arte sexualidade

Edward Belsky - arte sexualidade

Edward Belsky - arte sexualidade

Edward Belsky - arte sexualidade

Edward Belsky - arte sexualidade

MÚSICA

De Noite Na Cama
Marisa Monte
Composição: Caetano Veloso

De noite na cama, eu fico pensando
Se você me ama... E quando
Se você me ama, eu fico pensando
De noite na cama ... E quando

De dia eu faço graça
Pra não dar bandeira
Não deixo você ver

De dia o tempo passa como brincadeira
Por longe de você
Por onde você mora
Para e se demora
Por hora não vou ter
Coragem de dizer
Mas há de ver a hora
... Se você for embora

Agora

De noite na cama, eu fico pensando
Se você me ama e quando
Se você me ama, eu fico pensando
De noite na cama e quando