géh - arte sexualidade
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Edição 20

Galeria - Edgard de Souza

Edgard de Souza combina a força do desejo latente com a leveza transmitida pela fragilidade também inerente ao homem. Mais conhecido pelas esculturas em bronze e madeira laqueada, o artista paulistano vem aos poucos tornando públicas as suas fotografias e os seus desenhos, produzidos com o mesmo espírito ambíguo que o acompanha desde o fim dos anos 80, quando se lançava no circuito nacional. A partir do dia 13/4/05, uma exposição na Galeria Luisa Strina, em São Paulo, com cerca de 30 obras inéditas, feitas justamente nos três suportes, fortalece este compromisso do artista com as expressões mais genuínas do corpo humano.
Fonte:http://www.bravoonline.com.br/impressa.php?edit=ap&numEd=91

Edgar Souza - arte sexualidade

Série de fotos de Edgard de Souza expostas na Galeria Luisa Strina

arte sexualidade
Sem título (1998) por Edgard de Souza

Edgard de Souza Brazil - arte sexualidade

Sem título (1998) por Edgard de Souza

arte sexualidade
Sem título (1998) por Edgard de Souza

 

Galeria - Franklin Cassaro

Artista Plástico carioca, expõe seu trabalho no CCBB. A genialidade de Coleção de Vulvas Metálicas, composta por 180 tampas de latinhas, potes e panelas, reside em uma única operação de dobra, ou melhor, um gesto de síntese protagonizado pelas mãos, que corrompe a função original das tampas - que é vedar -, cria uma pequena abertura inferior e as transfigura em vulvas, disponíveis ao outro e às múltiplas possibilidades do desejo.

vulvas metálicas - arte sexualidade

Música

SEM AÇÚCAR
Chico Buarque

Todo dia ele faz diferente
Não sei se ele volta da rua
Não sei se me traz um presente
Não sei se ele fica na sua
Talvez ele chegue sentido
Quem sabe me cobre de beijos
Ou nem me desmancha o vestido
Ou nem me adivinha os desejos

Dia ímpar tem chocolate
Dia par eu vivo de brisa
Dia útil ele me bate
Dia santo ele me alisa
Longe dele eu tremo de amor
Na presença dele me calo
Eu de dia sou sua flor
Eu de noite sou seu cavalo

A cerveja dele é sagrada
A vontade dele é a mais justa
A minha paixão é piada
Sua risada me assusta
Sua boca é um cadeado
E meu corpo é uma fogueira
Enquanto ele dorme pesado
Eu rolo sozinha na esteira

 

 
Edição 19

Galeria - Luís Soares

Luís Soares nasceu na cidade de Maputo - Moçambique - em 1952, e as raízes do que faz devem procurar-se nesse país da costa oriental da África. Expõe desde 1968.


"O desenho constitui a base essencial da obra de Luís Soares. Assombra pela sua facilidade e acerto, pela sua dedicação infatigável e pelo seu lirismo. É como o desenho de um poeta no qual se unem a essência e a sugestão, o vigor e o desvanecimento. O poderoso grafismo da mão de Soares marca cada um dos objetos da sua criação (pinturas, cerâmicas) como uma obra própria, de linguagem inconfundível. Esta obra transporta-nos do nosso quotidiano tecnológico aos paraísos perdidos do imaterial e do simbólico, ao límpido território no qual o homem pode voltar a sentir, a compreender, a trabalhar e a sonhar desde o princípio". José Marín Medina - Da Associação Internacional de Críticos de Arte

Fonte: http://ceramicarte.pt/arte/

Hora da Mamada - arte sexualidade

Hora da mamada (1978) por Luís Soares

Luis Soares gêmeos - arte sexualidade
Gêmeos (1979) por Luís Soares

Luis Soares mulher - arte sexualidade
Mulher (1981) por Luís Soares

Luis Soares mulher - arte sexualidade

Mulher (1981) por Luís Soares

Luis Soares mulher - arte sexualidade
Mulher (1983) por Luís Soares

Exposição

Exposição da campanha cria polêmica

O lançamento da exposição fotográfica “Uma vida sem violência”, integrante da Campanha 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres, foi polêmico. A abertura da exposição ocorreu junto com o lançamento da campanha, nesta quarta-feira (23), na Câmara dos Deputados. Alguns deputados censuraram a única foto da mostra que faz alusão à superação da situação de violência vivida pelas mulheres.... (leia mais)

Fonte: http://www.agende.org.br/16dias/Noticias/index.asp?Noticia=7

Música

ANA DE AMSTERDAM
Chico Buarque/Ruy Guerra

Sou Ana do dique e das docas
Da compra, da venda, da troca das pernas
Dos braços, das bocas, do lixo, dos bichos, das fichas
Sou Ana das loucas
Até amanhã
Sou Ana
Da cama, da cana, fulana, sacana
Sou Ana de Amsterdam

Eu cruzei um oceano
Na esperança de casar
Fiz mil bocas pra Solano
Fui beijada por Gaspar

Sou Ana de cabo a tenente
Sou Ana de toda patente, das Índias
Sou Ana do oriente, ocidente, acidente, gelada
Sou Ana, obrigada

Até amanhã, sou Ana
Do cabo, do raso, do rabo, dos ratos
Sou Ana de Amsterdam

Arrisquei muita braçada
Na esperança de outro mar
Hoje sou carta marcada
Hoje sou jogo de azar

Sou Ana de vinte minutos
Sou Ana da brasa dos brutos na coxa
Que apaga charutos
Sou Ana dos dentes rangendo
E dos olhos enxutos

Até amanhã, sou Ana
Das marcas, das macas, das vacas, das pratas
Sou Ana de Amsterdam

 

Edição 18

Galeria - Ismael Nery

Nasceu em Belém do Pará, em 1900. Nove anos depois, mudou-se com a família para o Rio de Janeiro data, também, da morte de seu pai. Em 1915, ingressou na Escola Nacional de Belas Artes. Viajou pela Europa em 1920, tendo frequentado a Academia Julian, em Paris.

Em 1927 fez nova viagem a Europa, onde entrou em contato com Chagall e outros surrealistas. Sua obra plástica sofreu, também, a influência metafísica de De Chirico e do cubismo de Picasso. Seus temas remetem-se sempre à figura humana. São retratos, auto-retratos e nus. São ausentes os temas nacionais, indígenas e afro-brasileiros. Nery seguia uma orientação menos regionalista, considerada por ele limitada.

Dedicou-se a várias técnicas aplicadas em desenhos e ilustrações de livros. Foi, também, cenógrafo. Nos últimos anos de vida escreveu muitos poemas, tendo destruído sua maioria. Murilo Mendes preservou alguns desenhos e poesias de seu amigo, tendo sido responsável pela redescoberta de Nery nos anos 60.

Em 1931, contraiu tuberculose. A partir daí, suas figuras tornaram-se mais viscerais e mutiladas. Em 1934, aos trinta e três anos de idade, morreu no Rio de Janeiro.

Ismael Nery - arte sexualidade

Sem título, Óleo s/ tela por Ismael Nery

Ismael Ney - arte sexualidade

Rio de Janeiro, (1926) por Ismael Nery

Ismael Ney - arte sexualidade

Figura ,(1927/28) Óleo s/ tela por Ismael Nery

Ismael Ney - arte sexualidade

Sem título, aquarela sobre papel por Ismael Nery

Exposição

O projeto Erotica - Os sentidos na arte - abriga, no CCBB-SP,a exposição com a curadoria do Prof. Dr. Tadeu Chiarelli, com a intensão de mostrar ao público como as questões relativas ao sexo e ao erotismo foram e vêm sendo abordadas por artistas e artesãos das mais variadas regiões do mundo, nas mais diversas épocas e momentos históricos, simbolizando o homem e suas pulsões sexuais. Uma grande mostra de 109 peças e abrange desde material arqueológico pré-colombiano até obras contemporâneas, formando assim um panorama expressivo da questão do erotismo na arte.

Erotica – Os Sentidos na Arte
CCBB São Paulo
De 13 de outubro a 8 de janeiro de 2006
De terça a domingo, das 10h às 21h
Entrada franca
Rua Álvares Penteado 112. Centro
Tel.: (11) 3113-3651
E-mail:
ccbbsp@bb.com.br

Música

Sob o Domínio da Paixão
[Leo Jaime]

Agora é tão bonito
E ainda vai ser assim depois
Quando eu ficar sozinho
Me lembrando de nós dois

São tantos sentimentos
Numa superposição
Pânico e desejo
Sob o domínio de uma paixão

Começa se eu te vejo
Me olhando com tesão
Então é só o desejo
E o que vai acontecer é tão bom

Bate duas vezes
Cada onda de emoção
Quando eu tô dentro do seu corpo
E a outra é só meu coração

Pedacinhos quentes do seu corpo
Me tocando
Eu fico tão nervoso
Eu quero tudo ao mesmo tempo
O tempo todo
É a minha vida
É a minha vida sim

 

 
Edição 17

A Mentira da Realidade

Desde que tive a sorte de presenciar a exposição de "O mistério Picasso", no final dos anos 60, minha capacidade de imaginar e criar, sofreram uma mudança decisiva. Agora meus quadros são uma série de destruições.

A pintura tem se convertido em algo mais forte que eu. A arte como afirma Picasso, não é a verdade. É uma mentira que nos permite convencer o público de que sua mentira é a verdade. As intensões na arte não valem nada, tem-se que pintar o que se encontra, e não o que se busca. Quando se trabalha intensamente, as formas surgem por si mesmas, os quadros aparecem também por si mesmos. Tudo ocorre por si mesmo, como a vida, como a morte...

Ramón Crespo - Madrid.

Tempo de ocioIsmael Ney - arte sexualidade
TEMPO DE ÓCIO
A inspiração surgiu de uma das paradisíacas angras da Ilha de Menorca. Uma mulher nua desfruta do seu tempo de ócio entre a saudade da paisagem, uma guitarra e um livro.

La mujer verde y azulIsmael Ney - arte sexualidade
A MULHER VERDE E AZUL
A sugestiva combinação das cores verdes e azuis destacam o corte de primeiro plano em que aparece uma mulher de olhos grandes e espírito sonhador.

cuerpo de guitarra - arte sexualidade
CORPO DE GUITARRA
As formas de uma guitarra que inspira muitos artitas no corpo único de uma mulher. Nesta ocasião se fundio num só corpo uma apaixonada mulher nua dentro das formas de uma guitarra. Ao destacar a cor de terra se tem a parte fundamental da obra.

Cinema

FALE COM ELA

Eu sempre gostei do Almodóvar, mas não sei por que não assisti a Fale com Ela assim que foi lançado. Remexo a memória em busca de um motivo e nada encontro. Lembro-me de ter lido críticas sobre o filme - das quais não me lembro mais - e também de ter combinado com uma amiga que iríamos juntas ao cinema assistir. Aí então existe uma lacuna e me vejo numa roda de pessoas em que esta amiga e alguns outros comentavam o filme enquanto eu fazia aquela cara de "hum, sei", sem ter visto porcaria nenhuma. Por que não assisti ao filme? - me pergunto dando murros na cachola inutilmente. Acho que nunca vou saber. Devo ter sido abduzida.

Mas essa semana eu resolvi sanar esta falha. Peguei carona com o meu irmão que estava indo pra locadora e fui direto atrás deste filme. Ele - o irmão, não o filme - me olhou de soslaio, revirando os olhos, com um riso de meia boca, acho que antecipando a reação do resto da família. Dito e feito. Em casa torceram o nariz logo de cara: "A Lívia só gosta de filme esquisito!", "Trouxe mais o que?" Sempre que eu vou à locadora esse ritual se repete. E nunca me deixam ir sozinha, porque alguém tem que locar um filme "de gente normal", né? Geralmente sai um besteirol americano ou um desses malditos filmes cheios de explosões e muito hip hop. Nunca vou perdoar os responsáveis pela criação dessa geração "Velozes e Furiosos". Deviam acrescentar: "E Estúpidos". O escolhido dessa vez foi "Batman Begins". Explode, mas pelo menos não toca música. Ô, meu Deus.

Sentei pra assistir, dessa vez sozinha - ainda bem! Logo de cara, fiquei impressionada em ver o quanto uma mulher pode mudar apenas soltando ou prendendo os cabelos. A toureira Lydia Gonzalez esbanja sensualidade vestida à paisana com as madeixas soltas e se torna realmente horrorosa quando veste a indumentária e as amarra rente ao couro cabeludo. A diferença é gritante, nem entendi como ela pode ter ficado tão feia de uma hora pra outra. Talvez tenha sido a minha repulsa em relação às cenas em que ela sangra o coitado do touro com aqueles espetos absurdos. Adoro a Espanha, mas touradas são chagas da humanidade mantidas à guiza de tradição folclórica, piores ainda que os tais rodeios.

Voltando ao filme e deixando as considerações superficiais de lado, devo dizer que é uma obra de arte. Desliguei o DVD me sentindo enriquecida, não foi à toa que ganhou tantos prêmios. Se você aí ainda não assistiu, eu recomendo muitas vezes que o faça.

Fale com Ela é um filme impressionante. Jogando com a simbologia habitual, Almodóvar criou uma história de sensibilidade e beleza únicas. São tantos sentimentos evocados simultaneamente, que deixam o expectador vidrado e comovido. O filme trabalha contrapondo o sublime e o patético o tempo todo, fazendo disparar o coração e marejar os olhos. Amor, tristeza, solidão, amizade, dor, aprendizado, compaixão, devoção, cuidado, tempo, morte. Impossível não se deixar levar.

Benigno é um enfermeiro e, à primeira vista, somos levados a pensar que se trata de uma alma extremamente abnegada e caridosa, que não poupa atenções e desvelos no trato de uma paciente em coma. Benigno causa espanto a todos que o observam em ação, desde os expectadores até os colegas de profissão. Ele não só lava e cuida da manutenção de Alicia - a paciente em coma - como a penteia, corta-lhe os cabelos, massageia e hidrata-lhe o corpo, faz-lhe as unhas, a maquia e fala com ela o tempo todo, agindo como se obtivesse respostas. Percebemos logo que a abnegação do enfermeiro se deve a uma paixão imensa e pouco ortodoxa. Ele se contenta em apenas cuidar da moça e nisso reside a sua felicidade.

Marco é um jornalista, namorado de uma toureira que é atropelada por um touro e vai para o hospital em estado vegetativo. Ele não consegue se adaptar à situação, mas tenta cuidar dela e, nesse processo, conhece Benigno que se propõe a ensiná-lo a cuidar de Lydia, a toureira.

Nesse ponto, temos o tema central do filme. A lição de Benigno para Marco é: fale com ela. Não apenas falar, entregar-se, expor-se, amar, acariciar, fundir-se, ultrapassar os limites do convencional, do ridículo, do 'são'. Conhecer os gostos, os pensamentos, sentir-se como ela, estar no lugar dela, ouvi-la mesmo que ela nada diga. É a grande sacada do filme, FALE COM ELAS. Todas as mulheres querem ser ouvidas, sentidas, acariciadas, amadas, compreendidas. Nesse sentido a cena da vagina é extremamente ilustrativa, carregada de simbolismo inequívoco, além de originalíssima. Não vou contar, assistam ao filme e vejam por si mesmos.

Além desse, temos outro ponto muito relevante na história, quando Benigno é preso. Sim, ele é preso, mas não direi o porquê, não tenho a menor intenção de contar o filme inteiro. Quero apenas chamar atenção para uma cena em particular, em que Marco visita Benigno na cadeia, separados por um vidro, conversam e Benigno diz a ele: "Queria te dar um abraço agora. Abracei poucas pessoas na minha vida inteira".

Impossível traduzir o que senti nesse momento! Como não me comover até as lágrimas ante a solidão absurda desse homem? Amando uma mulher em coma, que não pode retribuir-lhe o afeto, tendo apenas um único amigo, estando preso, apartado do objeto de seu amor, sem outra razão para viver, ele ainda diz que a vida foi sempre assim, árida e que os anos mais felizes que jamais teve foram os que passou cuidando da moça em coma! Como não sentir a dor?

O filme faz isso conosco, pega o nosso coração na palma da mão e aperta sem dó, até deixá-lo em frangalhos. É como se Almodóvar soubesse que não aprendemos lições importantes como a dada por Benigno a Marco - fale com ela! - sem que alguém nos rache a cabeça e enfie a idéia lá dentro. Sem que tenhamos nossos alicerces abalados, deixamos passar a profundidade de certos ensinamentos. Consternados, podemos perceber o que a história quer dizer.

Homens, que sempre reclamaram e continuam reclamando que não entendem as mulheres, ouçam o conselho de Benigno: fale com ela!

Lívia Santana.

Música

Gatinha Manhosa
Erasmo Carlos e Roberto Carlos

Meu bem já não precisa
Falar comigo dengosa assim
Briga para depois
Ganhar mil carinhos de mim

Se eu aumento a voz
Você faz beicinho e chora baixinho
E diz que a emoção
Doí seu coração
Já não acredito
Se você chora dizendo me amar
Eu sei que na verdade
Carinhos você quer ganhar

Um dia gatinha manhosa
Eu prendo você no meu coração
Quero ver você
Fazer manha então
Presa no meu coração
Quero ver você ...

 

 
Edição 16

Ver e ser visto

VOYEURISMO

Te olho
Me molho

Leila Míccolis

Eduardo Cohen los propositos de la mirada - arte sexualidade
Los Propósitos de la Mirada por Eduardo Cohen.

arte sexualidade
Engravings for Dom Bougre ou Le Portier des Chartreux 1741 (Anonymous)

arte sexualidade
Engravings for the posthumously published Memoirs of Casanova (1725-1798) por Jules A. Chauvet

arte sexualidade
Engravings for the posthumously published Memoirs of Casanova (1725-1798) por Jules A. Chauvet

arte sexualidade
Les Bigarrures (1799) por William C. B.

Música
Voyeur
Gal Costa
Composição: Péri

Voyeur,
Eu vou seguindo você,
Na sua dança, na sua leveza;
Estender
Meus olhos sobre você,
E assim vou descobrindo a beleza;
Colher,
No meu cantinho de terra,
A flor que nasceu por você.
Vem ver
Meu coração bater por você.

Arder
No poro, no pelo, na pele
De tudo que saia da sua presença;
Doer,
Se não responde ao recado,
Se não me dá sua correspondência.
Quem lê
No meu mais íntimo plano
Onde é que se esconde você,
Vai ver
Meu coração bater por você.

Vem ver, vem ver
Meu coração bater por você.

Vem me dar carinho,
Vem fazer lelê,
Vem me dar um cafuné,
Me fazer um chazinho.
Corda que amarrou, cobra que picou,
Sede não secou, alma desandou.
E leia na minha mão
O seu nome na linha da vida
Que corre atrás de você.

Vem ver, vem ver
Meu coração bater por você.

Gal Costa - arte sexualidade letras músicas sensuais
"Hoje" é o novo trabalho de Gal Costa!