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| Edição 30 |
Ele nasceu em 9 de maio de 1955 na Bulgária. Começou a pintar aos 15 anos de idade e é um artista autodidata. A simbiose original atingida entre a iconografia primitiva, o surrealismo e o simbolismo é uma realização pessoal de Peter Mitchev e representa uma de suas contribuições mais essenciais e originais no panorama rico da arte contemporânea búlgara. De fato, é uma visão subjetiva de um pintor que absorve ambas as tradições, nacionais e antigas, abrindo-se para uma concepção moderna do mundo. Com uma técnica incrivelmente sofisticada para um autodidata, as pinturas de Peter Mitchev misturam e transcendem categorias, com um talento inspirado para extravagância melancólica. http://www.mitchevart.com
Música AMOR E SEXO Amor é um livro - Sexo é esporte Amor é cristão - Sexo é pagão Amor é para sempre - Sexo também Sexo vem dos outros e vai embora
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| Edição 29 |
Les diables de lithographies (détail), par Eugène-Modeste-Edmond Le Poitevin, 1832.
Técnicas de tortura da Inquisição para obter confissões de heresia e bruxaria.
Música SEM FANTASIA Vem, meu menino vadio Ah, eu quero te dizer
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| Edição 28 | Inquisição, bruxaria e sexualidade.
Ilustração do livro "O martelo das feiticeiras - Malleus Maleficarum".
Ilustração do livro "O martelo das feiticeiras - Malleus Maleficarum".
As quatro bruxas de Albrecht Dürer (1497) - Dürer é considerado o principal artista do Renascimento Alemão
As Três Graças – afresco da cidade romana de Pompéia – (séc. I), e As Três Graças de Rubens – (1639).É difícil não perceber a semelhança entre estas duas obras da mitologia e as bruxas de Dürer.
Ilustração que descreve a atitude geral para a bruxaria no século XVIII.
Prova de culpa de uma bruxa, na Suécia, por submersão: se ela se afogasse, presumia-se que era inocente; se sobrevivesse, presumia-se ter sido com a ajuda do demônio, portanto seria queimada.
O uso de tortura era recomendado a todos os Inquisidores e juízes seculares quando queriam confissão em apoio a acusações de bruxaria.
Ilustração representando a Inquisição Espanhola julgando um acusado de homossexualismo.
Interrogatório de uma bruxa: julgava-se que qualquer desmaio ou convulsão era prova de possessão demoníaca.
Queima em massa de bruxas em Toulouse, em 1577; mais de 400 pessoas foram queimadas naquele ano. Uma Bula Papal de 1484 estabelecera a realidade da bruxaria como um ato de fé. Música LANÇA PERFUME Lança menina Vem cá, meu bem Me aqueça Lança, lança perfume...
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| Edição 27 | Representações da fertilidade e da sexualidade feminina
Vênus de Villendorf e Vênus de Konstienski. Primeiras representações do feminino no Paleolítico: As primeiras imagens que mostram as formas femininas foram descobertas na Europa em regiões que vão desde o sul da França até a Sibéria. Embora tenham sido localizadas em locais distantes e datadas de diferentes épocas (a partir de 22.000 anos), em geral possuem de 5 a 25cm de altura e ressaltam os seios fartos e abdômen aumentado, perfil clássico da gravidez e símbolo de fertilidade (do homem, da agricultura, do gado e da caça).
Escultura de figura humana do período neolítico com características sexuais indefinidas. Museu Britânico. Londres.
Deusa da Fertilidade (6.500 5.700 ac) no ato de parir. Turquia central. Museu arqueológico de Ankara.
Lillith - A primeira Feminista: Era descrita como uma deusa com longos cabelos e ornada de asas, com um corpo sensual e pés em forma de garras. Aparece geralmente sem roupas, representando sua natureza indomada. Muitas vezes é representada sobre um leão e portando a coroa sumeriana da realeza. Datando de mais 2300 a.C, Lillith é uma deusa sumeriana, hebraica e muçulmana. Considerada filha de Mehibatel, é uma divindade extremamente complexa. Sua imagem muda de cultura para cultura, tornando-se mais e mais demoníaca, conforme os valores patriarcais começam a dominar.
Gaia ou Géia: Gaia é a deusa greco-romana considerada a mãe universal da vida. A partir dela tudo começou a se formar e ter forma, o mundo começou a se estruturar. No princípio era o caos, nada tinha forma. Logo depois surgiu Gaia, a terra, que deu sentindo ao caos. Ela é considerada a grande mãe provedora e nutridora da vida. Toda a criação é mantida e sustentada por Gaia. Ela é a mãe de todos os deuses, a primeira criadora e, ao mesmo tempo, a Incriada.
Mulher reclinada simbolizando sensualidade e fertilidade. Escavada no Egito. Séculos I a III a.C. Música GOSTO QUE ME ENROSCO Não se deve amar sem ser amado Gosto que me enrosco de ouvir dizer Dizem que a mulher é a parte fraca
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| Edição 26 | Galeria - Intimidade dos banhos públicos
Desde a Antigüidade, os banhos públicos são usados por homens e mulheres como locais de encontros de natureza social e sexual. Os banhos públicos eram uma verdadeira instituição na Roma antiga, já sendo retratados na poesia de Ovídio (séc. I a.C), em "Arte de Amar", os encontros amorosos promovidos nesses locais.
Houve um período em que os banhos eram separados para homens e para mulheres. Na época imperial, porém, surgiram os banhos mistos.
No século XII, de retorno do Oriente, os cruzados trouxeram para o Ocidente as saunas, frequentadas em conjuto por homens e mulheres.
Do século XV aos dias de hoje, surgiram variadas versões do maiô. Os primeiros trajes conhecidos eram as camisas de baixo para as mulheres e os cueiros para os homens.
No século XVII as mulheres foram proibidas de tomar banho no Rio Sena, em Paris; os homens mantiveram o hábito, deixando ruborizados os passantes.
Desde as termas particulares das vilas romanas, o gosto pelas abluções a domicílio nunca abandonou o Ocidente. A Idade Média apreciava as viagens, e um dos primeiros gestos de polidez por parte do anfitrião era ofertar um banho ao hóspede.
Na segunda metade do século XVI, a Arte chegou aos banhos. Os quadros com o tema "damas no banho" estavam na moda. O emprego de linguagem visual representando ostensivamente a riqueza é constante nos cerca de 40 quadros deste período que sobreviveram até nossos dias, pois o pudico século XVII destruiu um bom número deles. O de Gabrielle D'estrees (condessa de Beaumont e amante de Henrique IV) é o mais famoso. Música VIVER DO AMOR Pra se viver do amor Há que penar no amor Ai, o amor É por isso que se há de entender É por isso que se há de entender |
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