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Edição 40

Galeria Craig Srebnik

"Minhas figuras românticas, sinuosas, são reminiscências da beleza atemporal dos Mestres Clássicos e Barrocos, combinados com a luz, a atmosferra e trabalho expressivo com pincéis dos Impressionistas contemportâneos - um 'Naturalismo Clássico'".

Técnica de pintura

Antes de trabalhar com a modelo, Craig Srebnik desenvolve poses a partir de sua imaginação e dos princípios de composição. Suas poses geralmente incluem curvas em "s" e "aa" em espiral, como linhas da beleza natural: a forma das folhas e caulas, as linhas criadas pelos músculos espiralando-se ao longo do esqueleto, o movimento das ondas do oceano, o nadar dos peixes, o bater das asas dos pássaros em câmera lenta e as ondulações da grama ao vento. Acrescentar espirais à figura acentua suas curvas em "s", sua musculatura e a vitalidade da pose. Juntas, elas enfatizam o conceito de beleza da figura segundo Srebnik. Luz e sombra são adicionadas aos desenhos composicionais para dramatizá-los, reforçando-os com tecidos e vestes.

"A natureza da beleza é revelada pelo estudo da Natureza".

Um pequeno estudo composicional em óleo costuma preceder a tela real para melhor orquestrar as linhas, formas, tonalidades e cores da figura e do fundo. Às vezes Srebnik desenha um esqueleto na pose desejada e depois o preenche com musculatura antes realizar a pintura com a modelo.

Enquanto pinta, a modelo se torna uma referência de estrutura, anatomia, tensão muscular, efeitos de luz e ajuste dos tecidos. Ao interpretar a figura de acordo com os princípios de beleza e arte: - equilíbrio, movimento, proporção, harmonia, ritmo e composição - produz um efeito cumulativo diferente da cena original.

Fonte: http://csfineart.com/Secondary/SmNu.htm

Craig Srebnik A Lumiere - arte sexualidade
À Lumiére - Óleo sobre linho

Craig Srebnik Arriere Pensees
Arriere Pensees - Óleo sobre linho

Craig Srebnik Aurora - arte sexualidade
Aurora - Óleo sobre linho

Craig Srebnik brushing her hair
Brushing her hair - Óleo sobre linho

Craig Srebnik detendue nue
Detendue Nue - Óleo sobre linho

Craig Srebnik dusk - arte sexualidade
Dusk - Óleo sobre linho

Craig Srebnik Etendue - arte sexualidade
Etendue - Óleo sobre linho

Craig Srebnik La Belle Dormeuse - arte sexualidade
La Belle Dormeuse - Óleo sobre linho

Craig Srebnik Otant son peignoir - arte sexualidade
Otant son peignoir - Óleo sobre linho

Craig Srebnik periwinkle - arte sexualidade
Periwinkle - Óleo sobre linho

Craig Srebnik sur le divan - arte sexualidade
Sur le Divan No. 2 - Óleo sobre linho

Craig Srebnik sur le divan - arte sexualidade
Sur le Divan - Óleo sobre linho

AS CURVAS DAS ESTRADA DE SANTOS
Roberto Carlos

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Se você pretende saber quem eu sou
Eu posso lhe dizer
Entre no meu carro na estrada de santos
E você vai me conhecer
Você vai pensar que eu não gosto nem mesmo de mim
E que na minha idade só a velocidade
Anda junto a mim
Só ando sozinho
E no meu caminho o tempo é cada vez menor
Preciso de ajuda

Por favor me acuda
Eu vivo muito só
Se acaso numa curva eu me lembro do meu mundo
Eu piso mais fundo

Corrijo num segundo
Não posso parar
Eu prefiro as curvas da estrada de santos
Onde eu tento esquecer
Um amor que eu tive
E vi pelo espelho na distância se perder
Mas se o amor que eu perdi eu novamente encontrar
As curvas se acabam
E na estrada de santos não vou mais passar
Não, não vou mais passar

 

Edição 39

Galeria Maria Amaral

Exilados da Espanha, seus pais encontraram asilo na Argentina em 1949. Maria Amaral nasce em Buenos Aires, no dia 25 de dezembro de 1950. Em 1967, é a vez de Maria Amaral, junto com toda a sua família, conhecer o exílio. Bem-recebidos na França, ela se gradua na Escola de Belas Artes de Paris, afirmando seu destino artístico.

O expressionismo alemão, Munch, Van Gogh, o período azul de Picasso e, especialmente, Käthe Kollwitzes, ao lado de grandes pintores latino-americanos como Guayasamin, Siqueiros, Rivera, Carpani, Lam, serão suas primeiras fontes de inspiração em termos de técnicas e formas de expressão. Afastada dos movimentos estéticos dos anos 70, mas junto à realidade insuportável vivida pelas pessoas, ela se dedica a descrever a alma latino-americana, suas raízes, miscigenação e sofrimentos.

Ela começa com o preto e branco sobre um fundo que foi chamado de "sopro invisível". Durante mais de 20 anos expressa-se através de carvão duro. O desenho, a gravura, a litografia e o cartaz foram ferramentas que dominou rapidamente para proclamar o exílio sem resignação.

Os seus desenhos, uma vez vistos, causam impacto permanente, pois ninguém retorna do exílio. São percepções óbvias o preto-e-branco, a sombra e a luz, a vida e a morte, mas para além destes aspectos elementares e maniqueístas de sua expressão, a dor transfigurada atinge o espectador, não pela crueldade, mas pela sua modéstia, seu silêncio. Não se trata de uma crueldade isolada e distante, porque aqueles olhares, mãos, rostos e rugas estão tão próximos de nós que nos reconhecemos neles.

Na década de 80, a cor explode em meio ao preto-e-branco. O amor e a maternidade talvez tenham sido a causa ou a razão.

Começam a surgir as naturezas-mortas, o encontro da Europa com a América Latina, o tango, a tourada, corpos em amor e uma grande quantidade de retratos. Ela pinta à vontade, generosa e confiante.

Ao retratar o tango, ela faz pouco dos lugares-comuns de nostalgia e infortúnio que integram essa dança e cultura. O tango de Maria Amaral é luminoso, sensual e engraçado. Onde muitos vêem somente lamento, desespero e angústia, ela pinta os seios prontos para morder, traseiros generosos, carne e alegria. O tango de Maria Amaral é autêntico, no sentido de que se dirige diretamente ao coração, sem sentimentalismo.

Os corpos que se amam. É aí que Maria não retém mais sua generosidade, ternura e afeto. O corpo não é mais um corpo, é uma explosão de corpo, um florescimento que invade a tela, o desenho, o espaço. Ela ama tanto esse corpo que o reduz, mistura, distorce e desloca para fazer-nos admirar todas as suas melhores partes. Dois corpos abraçados numa onda de ternura, o tempo é abolido, o amor está lá.

Quantos aos rostos, Maria Amaral não faz "retratos". Ela coleta um rosto e concede-lhe asilo, honrando-o. Muito freqüentemente ela não separa as mãos do rosto, porque é necessário dizer que as mãos têm rostos, uma maneira de dizer que as pessoas são o que fazem e que suas mãos são extensões de suas almas.

É com seus corpos e seus retratos, em seu amor expandido e confiante, que termina o exílio do ser e Maria lhe concede sentido e vida.

Fonte:http://maria.amaral.free.fr

Maria Amaral Adios mi vida - arte sexualidade
Adios mi vida (1998)

Maria Amaral Dans peau - arte sexualidade
Dans la peau

Maria Amaral dejeuner sur un air de tango - arte sexualidade
Déjeuner sur un air de tango

Maria Amaral encuentro - arte sexualidade
Encuentro

Maria Amaral fragments - arte sexualidade
Fragments

Maria Amaral inspiration - arte sexualidade
Inspiration

Maria Amaral La croix du sud - arte sexualidade
La croix du sud

Maria Amaral noces de peau - arte sexualidade
Noces de peau (1993)

Maria Amaral partir - arte sexualidade
Partir

Maria Amaral suenos de tango - arte sexualidade
Suenos de tango 1999

Maria Amaral tango assis - arte sexualidade
Tango assis

Maria Amaral tango - arte sexualidade
Tango

Maria Amaral todavia jamas - arte sexualidade
Todavia jamas

Maria Amaral volver - arte sexualidade
Volver 1998

Maria Amaral suenos de bandoneon - arte sexualidade
Suenos de bandoneon 1992

Música

Uma belíssima milonga

CHINA ATREVIDA
João Luiz Corrêa

Cada vez que o sol levanta traz consigo uma ansiedade
De uma china onde a saudade é o poncho da minha vida
Que china mais atrevida que sai sem avisar nada
E só vem de madrugada nestes sonhos de ilusão

O meu xucro pensamento vai sem rumo estrada afora
Pressenti chegar a hora num palpite quase certo
Meu rancho ficou deserto sem o achego da morena
Que só vive em meu poema num disfarce à solidão

E assim vai passando o tempo com seus segredos
E eu no vazio dos meus pelegos espero a sorte logo chegar
Pois dentro de cada mate uma espera louca
Na bomba o gosto daquela boca e no rosto o pranto pra consolar
Pois dentro de cada mate uma espera louca
Na bomba o gosto daquela boca e no rosto o pranto pra consolar


ORIGEM DA MILONGA

No século XIX, a população negra foi a primeira a ocupar os bairros pobres de Buenos Aires, os mesmos onde se instalam em seguida os camponeses argentinos e os emigrantes à procura de trabalho. É então que começa a surgir uma nova forma musical resultante deste encontro: a Milonga. Sob o nome de “milongón”, depois de milongas, como nos casos do tambo e do tango, a palavra designa a princípio o sítio onde é dançada. Será utilizada em seguida para denominar igualmente a rapariga com quem se dança; os emigrantes solitários devem ter, sem dúvida, muitas vezes, pago os favores desta milonga ou milonguera, com quem passavam a noite e a palavra adoptará o significado de rapariga de vida fácil.

Quando a palavra milonga começa a ser utilizada para designar a música que se dança à maneira de milonga, com as “milongueras”, o termo serve para identificar as peças de ritmo relativamente rápido, aparentadas com o cabombe. Mas a melodia e a instrumentação foram transformadas. As cores africanas atenuam-se, o tambor desaparece. Menos negra, a milonga manifesta por sua vez influências rurais e mesmo estrangeiras. Aí se encontra a reminiscência de melodias tradicionais provenientes do folclore que se desenvolveu entre as populações campesinas a partir de músicas de origem espanhola. Mas começaram igualmente a notar-se-lhe influências emigrantes. A melodia evoca a tarantela italiana; é tocada à guitarra, o que contribui para lhe dar uma cor mais mediterrânica; começa a empregar-se o violino com um acento melado que lembra as tradições da Europa de Leste.

A milonga que assim nasce é uma música de festa. Sorridente e prazenteira, torna-se rapidamente a rainha dos bailes populares. Associamo-la à nova sociedade dos “arrabales”. E porque é identificada à gente de mau porte, a milonga vê-se confinada aos lugares de má vida; ela será tocada, se não nos bordéis, em todo o caso nas festas populares olhadas com maus olhos pelos bem pensantes do centro da capital.

Fonte:Portotango

Edição 38

Galeria Pino

Giuseppe Dangelico nascido em Bari, Itália, em 8 de novembro de 1939. De 1960 até 1979 seu trabalho foi exposto em várias galerias importantes ao longo da Itália e a Europa, mas ele buscava uma liberdade artística que não encontrou na Itália.

Logo depois de Pino emigrar para os Estados Unidos, em 1979, sua arte atraiu a atenção da indústria literária, passando assim a ilustrar vários livros com sua representação da imagem
feminina.

Embora Pino tenha dedicado treze anos a ilustrar capas de livro, ele nunca abandonou seu amor pelas belas-artes. Desde então suas telas foram expostas em várias galerias de arte.

Fonte:http://www.bnr-art.com/pino/

Pino contemplation - arte sexualidade
Contemplation por Pino

Pino daydream - arte sexualidade
Day dream por Pino

Pino early morning - arte sexualidade
Early morning por Pino

Pino first glance - arte sexualidade
First glance por Pino

Pino just another day - arte sexualidade
Just another day por Pino

Pino mystic dream - arte sexualidade
Mystic dreams por Pino

Pino - dressing - arte sexualidade
Dressing Table por Pino

Pino - desire - arte sexualidade
Desire por Pino

Pino purity - arte sexualidade
Purity por Pino

Pino restful - arte sexualidade
Restful por Pino

Pino sensuality - arte sexualidade
Sensuality por Pino

Pino a mother's love - arte sexualidade
A mother's love por Pino

Pino maternal instincts - arte sexualidade
Maternal instincts por Pino

Erotica
Enviado Especial - Paulo de Resende

CCBB - 20 de fevereiro a 30 de abril no Centro Cultural Banco do Brasil - RJ

Quem passa pelos ambientes da exposição "Erotica - Os sentidos da Arte" pode até resistir à tentação de excitar-se (no sentido figurado) com as obras presentes na exposição, mas certamente ficará impressionado com os significados que o sexo e o prazer podem assumir para os diferentes artistas ali reunidos. Misto de fotografias, pinturas, vídeos e esculturas, o acervo mostra as expressões do erótico nas visões de artistas de diferentes épocas.

Não vou ficar falando da exposição. Quem teve condições e interesse a viu no CCBB de São Paulo, entre 12 de outubro e 8 de janeiro. Agora á a vez das pessoas que podem dar uma passadinha no CCBB do Rio, onde a exposição estará até 30 de abril. Para atiçar os paladares, apenas reproduzo os nomes de alguns artistas cujas obras formam a Erotica: Anita Malfatti, Antônio Dias, Antônio Gomide, Auguste Rodin, Cláudio Mubarac, Duane Michals, Edgard de Souza, Eliseu Visconti, Ivan Serpa, Jean-Jacques Lebel, Jules Pascin, Luiz Zerbini, Marcelo Grassmann, Marcelo Krasilcic, Marcia X, Marco Paulo Rolla, Nan Goldin, Newton Mesquita, Pablo Picasso, Paul Éluard, Paul Gauguin e outros.

Aos que pensam que o revisor dos textos do site está bobeando, um esclarecimento: trata-se de "Erotica" mesmo, sem acento, por se tratar de um substantivo da língua inglesa, designativo das coleções de objetos eróticos. Essa é a idéia central da exposição: mostrar uma coletânea de obras que remete diretamente a temas como erotismo e sexualidade, desde os aspectos mais sutis até os que, de tão explícitos, chegam a chocar.

No final da exposição, os visitantes têm a oportunidade de participar de uma oficina na qual podem expressar, por meio de desenhos, conceitos como prazer, desejo, fetiches e outros. Uma outra atividade da oficina, que aliás é o seu ponto alto, é uma experiência que lida com o olfato e as lembranças. Mas só vai saber como é quem for à exposição. Afinal, o que seria do erotismo se tudo fosse explícito?


Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Primeiro de Março 66. Centro
Tel.: (21) 3808-2020
E-mail: ccbbrio@bb.com.br

Fernanda Preto díptico - arte sexualidade
Diptico por Fernanda Preto (2003)

Anita Malfati nu masculino - arte sexualidade
Nu masculino por Anita Malfati

Antonio Gomide o sonho misterioso - arte sexualidade
O sonho misterioso por Antônio Gomide (1923)

Eric Fischi - arte sexualidade
Sem título por Eric Fischi (2005)

Música

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FOLHETIM
Chico Buarque

Se acaso me quiseres
Sou dessas mulheres
Que só dizem sim
Por uma coisa à toa
Uma noitada boa
Um cinema, um botequim

E, se tiveres renda
Aceito uma prenda
Qualquer coisa assim
Como uma pedra falsa
Um sonho de valsa
Ou um corte de cetim

E eu te farei as vontades
Direi meias verdades
Sempre à meia luz
E te farei, vaidoso, supor
Que és o maior e que me possuis

Mas na manhã seguinte
Não conta até vinte
Te afasta de mim
Pois já não vales nada
És página virada
Descartada do meu folhetim.

 

Edição 37

Galeria Yoshitaka Amano

Esta galeria foi inspirada na linda história de amor entre uma raposa e um monge budista solitário em um templo na encosta de uma montanha, narrada em livro de Neil Gaiman ilustrado por Yoshitaka Amano. Ao ler a belíssima história, que recomendo, procurei conhecer melhor o trabalho do artista.

As três primeiras ilustrações fazem parte do livro "Os caçadores de Sonhos". As demais, são ilustrações de outros trabalhos de Amano.

Yoshitaka Amano nasceu em 1962, na pequena cidade de Shizuoka, no Japão. Aos cinco anos, seu dom já saltava aos olhos. Ao ver um de seus desenhos, sua irmã gritou a todos "nós temos um gênio em casa". Com quinze, estagiava numa produtora como designer e criava trabalhos como Hutch the Honney Bee, Time Bokan, Yatta-man e G-Force.

Para o ilustrador, o ambiente em que se encontra, as pessoas ao seu redor e as viagens que faz ao redor do mundo são uma grande influência. "Inspiração é algo que fica acumulado em minha memória", acrescenta o fã confesso de Delacroix, Rembrandt e DaVinci.

Sandman
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Sandman - arte sexualidade
Ilustração para o livro de Neil Gaiman "Sandman - Os caçadores de sonhos"

O ano de 1999 foi muito importante para popularizar ainda mais sua carreira. Foi quando ele ilustrou o livro Sandman - Os Caçadores de Sonhos, escrito por Neil Gaiman, para a DC Comics. Ainda no mesmo ano, desenvolveu a concepção de personagens do jogo de videogames Final Fantasy VIII, um dos mais vendidos no mundo (o jogo já está indo para a sua décima edição e um longa-metragem para cinema está em fase de pós-produção). Entre as inúmeras obras no belíssimo portfolio de Amano, não se pode deixar de falar nas animações, como a feita em parceria com David Newman para As Mil e Uma Noites, esculturas e até quimonos.

Fonte: http://www.amanosworld.com/html/store.html e http://www.omelete.com.br/quadrinhos/artigos/base_para_artigos.asp?artigo=266

Sandman - - arte sexualidade
Ilustração para o livro de Neil Gaiman "Sandman - Os caçadores de sonhos"

Onymojis Prophets - arte sexualidade
Onmyojis Prophets por Amano
Ilustração para o livro de Neil Gaiman "Sandman - Os caçadores de sonhos"

Chimera - arte sexualidade
Chimera4 por Amano
A Chimera é uma série de suspence escrita por Baku Yumemakura, começou em 1982 e teve desde então alcançados mais de 15 volumes.

Ranjuku Hen Flowers and Snakes - arte sexualidade
Flowers And Snakes Ranjuku Hen por Amano

Flying Dutchman - arte sexualidade
The Flying Dutchman por Amano
Ilustração para ópera de Wagner

Habetrot - arte sexualidade
Habetrot por Amano

Icon Aloft arrival of spring - arte sexualidade
Icon Aloft Arrival Of Spring por Amano

Icon Aloft ballerina's dream - arte sexualidade
Icon Aloft Ballerinas Dream por Amano

Icon Aloft Sarina in the light - arte sexualidade

Icon Aloft Sarina In The Light por Amano
Ilustração para a revista literária Shishi-O

Shishioh - arte sexualidade
Ilustração para a revista literária Shishi-O

rampo - arte sexualidade

Ilustração para coleção de 65 volume dos trabalhos de Rampo Edogawa. As ilustrações Influenciadas por Rampo, especialmente por sua declaração "o presente é sonhar, os sonhos da noite são realidade"

Tale Genji - arte sexualidade
Tale Of Genji I V por Amano

Tristan - arte sexualidade
Ilustração para a ópera de Wagner "Tristan and Isolde" por Amano

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Tuppence por Amano

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TÁ COMBINADO
Caetano Veloso

Então tá combinado, é quase nada
É tudo somente sexo e amizade
Não tem nenhum engano nem mistério
É tudo só brincadeira e verdade

Podemos ver o mundo juntos
Sermos dois e sermos muitos
Nos sabermos sós sem estarmos sós
Abrirmos a cabeça para que afinal
Floresça o mais que humano em nós

Então tá tudo dito
E é tão bonito
E eu acredito num claro futuro
De música, ternura e aventura
Pro equilibrista em cima do muro

Mas e se o amor pra nós chegar
De nós, de algum lugar
Com todo o seu tenebroso esplendor?
Mas e se o amor já está
Se há muito tempo que chegou e só nos enganou?

Então não fale nada
Apague a estrada
Que seu caminhar já desenhou
Porque toda razão, toda palavra
Vale nada quando chega o amor.

 

 
Edição 36

Galeria de Ana Davidovic

Ana Davidovic nasceu em 01/09/1976, atualmente mora em Belgrado. Seus nus retratam com extrema delicadeza a beleza da mulher.

Fonte: http://www.atelier-davidovic.co.yu/

Davidovic - arte sexualidade

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É Proibido Proibir
Caetano Veloso

A mãe da virgem diz que não.
E o anúncio da televisão.
E estava escrito no portão.
E o maestro ergueu o dedo.
E além da porta há o porteiro, sim.
Eu digo não.
Eu digo não ao não.
Eu digo.
É proibido proibir.
É proibido proibir.
É proibido proibir.
É proibido proibir.

Me dê um beijo, meu amor
Eles estão nos esperando
Os automóveis ardem em chamas
Derrubar as prateleiras
As estantes, as estátuas
As vidraças, louças, livros, sim
Eu digo sim
Eu digo não ao não
Eu digo
É proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir.