Arquivo Géh - Arte:<< |Sharon Hudson|Concepcion Benedito|Alexei Lantsev|Viktor Grigorov|Ivan Lubennikov >>
Patrocínio:
Lingerie by Marta Campos Underwear | Decora Brasil - Móveis Casa e Decoração de Interiores

Edição 50

Galeria Ivan Lubennikov

Informações biográficas:

Nascido em 14 de maio 1951, em Minsk.
Graduado pelo Instituto de Arte Surikov, em Moscou, na Faculdade de Arte Monumental (K. Tutevol Studio).


Notas autobiográficas:

"Eu tenho feito isto desde que me entendo por gente. Eu não posso viver sem arte. Muito muda em nós à medida que os anos passam. A pressão, as cores e as perguntas que nos fazemos mudam com o tempo. Uma coisa permanece imutável - o desejo de esconder a si mesmo na clausura de uma arte, viver em um mundo à parte e sentir-se parte de um universo maravilhoso e eterno. E encarar Deus com todos os seus segredos e afetos ocultos".

O que diz a crítica:

"Os trabalhos por Ivan Lubennikov são de composição muito simples. Às vezes esta simplicidade parece quase ascética. Por exemplo, suas naturezas-mortas tardias representam só um ou, raramente, dois objetos na 'mesa'...
Suas composições de gênero são comparativamente simples. Uma ou duas figuras, um esboço de várias coisas genéricas ou, mais exatamente, abraçando a tudo com um fundo convencional, simbolizando os espaços internos e externos. Não há truques de perspectiva e detalhes para entretenimento. A proposta principal é o sentido de 'evento' - uma maçã na mesa e um corpo desnudo próximo à janela...
Lubennikov gosta da mudança de texturas. Ele até ousou dourar e pratear a superfície da tela, não usando só uma escova mas também uma faca. Sobre os extremos, mostrando uma maneira completamente livre de trabalho com a tela, ele também pode ensejar realizações sem usar meios 'clássicos', isto é, descobertos na primeira metade do século XX...".

W. Mayland

Fonte:http://www.russianartgallery.com/

Ivan Lubennikov - apples - arte sexualidade
Apples, (1994) oil on canvas

Ivan Lubennikov - Flora - arte sexualidade
Flora, (1993) oil on canvas

Ivan Lubennikov - Margarita - arte sexualidade
Margarita, (1987) oil on canvas

Ivan Lubennikov - Procuress no 3 or southern night - arte sexualidade
Procuress No.3 or Southern Night, (1988) oil on canvas

Ivan Lubennikov - sunday - arte sexualidade
Sunday, (1988) oil on canvas

Ivan Lubennikov - Midday - arte sexualidade
Midday, (1994) oil on canvas

Ivan Lubennikov - Narcissine complex no 2 - arte sexualidade
Narcissine complex No.2, (1993) oil on canvas

Ivan Lubennikov - Nu n2 - arte sexualidade
Nu N.2... or Judith, (1991) oil on canvas

Ivan Lubennikov - Pink Geisha - arte sexualidade
Pink Geisha, (1994) oil on canvas.

Ivan Lubennikov - Spring - arte sexualidade
Spring, (1986) oil on canvas

Ivan Lubennikov - Night maternity - arte sexualidade
Night. Maternity, (1982) oil on canvas

Ivan Lubennikov - Bath house - arte sexualidade
Bath-house, (1992) oil on canvas

 

MÚSICA

Eu Vou Estar
Capital Inicial

Composição: Indisponível

Eu não vou pro inferno
Eu não iria tão longe por você
Mais vai ser impossível não lembrar
Vou estar em tudo em que você vê:

Nos seus livros, nos seus discos
Vou entrar na sua roupa
E onde você menos esperar
Eu vou estar

Eu não vou pro céu também
Eu não sou tão bom assim
E mesmo quando encontrar alguém
Você ainda vai ver... a mim.

Nos seus livros, nos seus discos.
Vou entrar na sua roupa
E onde você menos esperar
Eu vou estar.

Embaixo da cama
Nos carros passando
No verde da grama
Na chuva chegando
Eu vou voltar

Nos seus livros, nos seus discos.
Vou entrar na sua roupa
E onde você menos esperar
Eu vou estar
Eu vou estar.

 

Edição 49

Galeria Viktor Hrihorov (Grigorov)

"EU SOU GRIGOROV

(1939 - 2002)

Victor Grygorov (Hryhorov) nasceu em Semenivka, na região de Melitopol, em 1939. Graduou-se na escola de Arte de Simpheropol em 1967. Em 1976 tornou-se um membro do Instituto Nacional de Arte de Kiev. O premiado artista ucraniano morreu em 2002.

É o fato incontestável que Victor Grigorov é um pintor realizado. Além disso, ele não é e nunca foi um 'clássico vivo' durante sua vida. Seu estilo é reconhecível à primeira vista, porém, é realmente surpreendente que um cânon criativo 'a priori' decerto não existe dentro de um movimento fixo em um ciclo pessoal. Suas linhas são vívidas, sempre em movimento, em uma fantástica dança, transformando-se em um inconcebível labirinto de imagens indefinidas.

Grigorov pintou um verdadeiro, real, ato de viver, sem qualquer início ou fim. Além disso, eu diria que é um ato perpétuo, apesar de soar como um pathos. Portanto, esse é provavelmente o motivo por que grande número de suas telas e desenhos são simplesmente chamados - 'O Ato'. E o processo irreprimível como um todo - a vida do pintor e suas sutis imagens cintilantes - está fortemente atada à sua longa vida expressiva e saturada de ação, desesperadamente intitulada 'eu sou Grigorov'.

Grigorov é ucraniano e os mais conhecidos de seus trabalhos de arte permanecerão aqui (Ucrânia) para sempre. Em primeiro lugar, porque ele é um pintor monumentalista. Os Domos Dourados da Catedral de São Miguel em Kiev e muitos outros objetos importantes e simbólicos foram pintados por Grigorov. O conhecimento de princípios básicos da pintura monumental faz seus trabalhos não só expressivos e dinâmicos, mas 'tectônicos' e estruturalmente rígidos, saturados por linhas definidas e precisas, em harmonia com a composição e o espectro de cores.

Seus trabalhos não têm excesso de cores, parecem quase gráficos. As imagens não impressionam pela complexidade ou dificuldade de compreensão. Elas são minimamente simples e de um modo sincrético e simbólico. Eles são símbolos do 'ato', do 'movimento', do 'curso do tempo e espaço'. Apesar de não simplesmente 'básicos', 'lineares', os trabalhos do Grigorov demonstram a incrível simplicidade do toque de mestre. Sua experiência e conhecimentos de materiais e processos criam a grande simplicidade de percepção de suas criações e da estilização que não destrói a imagem: ao contrário, a mantém em um modo abertamente realista, sem uma 'casca' de detalhes desnecessários.

Suas telas de diferentes tamanhos e a diversidade de temas parecem ser pintadas nas paredes de um templo (Eslavônico? Bizantino?) ou em um refinado hall de um edifício antigo, "repintado" por camadas étnicas e religiosas de tempos ainda por vir.

Quem pode entender o pintor? Ninguém pode. Até o pintor 'não sabe o que ele está criando', porque ele nunca sabe o que conduz sua mão e o que vai realmente aparecer como resultado. O pintor também não conseguia explicar o processo de nascimento de sua visão, seu conteúdo, sensações e código genético. Porém, é desnecessário para ele. O mistério real não pode ser resolvido, caso contrário não é um mistério. O que pode ser mais enigmático do que o mistério da criação?

A criação do Grigorov vale a pena ser apreciada com atenção. Seus trabalhos podem agradar ou não, podem irritar ou dar prazer, mas não existe nenhuma dúvida que Victor Grigorov é um pintor extraordinário. Ele tem que ser visto e conhecido, porque, provavelmente, a falta de tal conhecimento é uma ignorância completa. Como dizem pessoas notáveis sobre ele: 'Grigorov pinta com o prazer do movimento livre das linhas, leves flocos de neve de borrões negros: criando o negativo da carne da mulher que se tornou quase como um espírito, cheio do aroma e do mistério de sentimentos, beleza como a de uma convidada dos céus mantendo um mistério sobre sua existência inteira, como um sonho em um sono'.

Grigorov experimentou fama e reconhecimento sociais, sofreu a destruição de seus trabalhos, viveu na riqueza e na pobreza, era amado por seus amigos e não era completamente compreendido por eles. Ele é o pintor que vive perto nós, criando para nós".

Svitlana PHESENKO,
Pintora de artes gráficas, editora da seção de cultura da revista semanal ucraniana "Política e Cultura".

Fonte:http://www.russianartgallery.com/

Arte Sexualidade = Victor Grigorov - Act
Act (1999) oil on canvas

Arte Sexualidade - Victor Grigorov - Bird Falling
Bird is Falling (1990) oil on canvas


Day of Light (2000) oil oncanvas


Hymn to a Woman 1 (1997) pastel


Hymn to a Woman 5 (1996) pastel


Hymn to Women (1999) oil on canvas


kiss (2002) oil on canvas


Mary oil on canvas


Maria (1998) oil on canvas


Universe (2000) oil on canvas


Awakening - oil on canvas


Hymn to Woman-mountain, Woman-sea, Woman-tree, Woman-space oil on canvas

MÚSICA

Sentidos - Zélia Duncan
Composição: (Christian Oyens/Zélia Duncan)

Não quero seu sorriso
Quero sua boca
No meu rosto
Sorrindo pra mim
Não quero seus olhares
Quero seus cílios
Nos meus olhos
Piscando pra mim
Transfere pro meu corpo
Seus sentidos
Pra eu sentir
A sua dor, os seus gemidos
E entender porque
Quero você !
Não quero seu suor
Quero seus poros
Na minha pele
Explodindo de calor.

 

 

Edição 48

Galeria Alexei Lantsev

Alexei Lantsev é um pintor de grande energia criativa e versatilidade, residente em Moscou. Ele trabalha com diversas mídias e estilos artísticos. Telas abstratas vibrantes, suaves e delicadas aquarelas e lápis sobre papel de paisagens e temas marinhos, técnicas mistas estonteantes, retratos cheios de cor.

Nascido em Krasnodar, Russia, em 1970, ele estudou com o mestre Nikolai Andronov. A tradicional vanguarda russa, especialmente a de Vasily Kandinsky e Kazimir Malevich, são reconhecíveis em seu expressivo e ativo jogo abstrato.

Fonte:http://www.russianartgallery.com/

Alexei Lantsev - A Girl with a Basket - arte sexualidade
A Girl with a Basket - 2006

Alexei Lantsev - A girl with some fruit - arte sexualidade
A Girl with Some Fruit - 2006

Alexei Lantsev - A Matisse's Model - arte sexualidade
A Matisse's Model - 2006

Alexei Lantsev - A She Hunter - arte sexualidade
A She Hunter - 2006

Alexei Lantsev - After Bathing - arte sexualidade
After Bathing 2004

Alexei Lantsev - An Athlete - arte sexualidade
An Athlete

Alexei Lantsev - An Islander Girl - arte sexualidade
An Islander Girl - 2002

Alexei Lantsev - Flowers - arte sexualidade
Flowers 2006

Alexei Lantsev - Girl with Doll - arte sexualidade
Girl With Doll

Alexei Lantsev - Light blue flowers - arte sexualidade
Light Blue Flowers

Alexei Lantsev - Return - arte sexualidade
Return - 2006

MÚSICA

Próxima Parada - Marina Lima

Eu sei onde é que estão
As coisas doces da estrada
Você também
E se a gente se encontrar
Na Próxima Parada
Aí meu bem
Vamos mostrar

Que a única morada de um homem
Está no extraordinário
Feroz é a nossa fome
Feroz nosso céu
E o fogo que nos consome
Consuma esses medos seus

Ninguém vai nos trazer
Nem recompensa nem conta
No final
Ninguém vai nos dizer
Pra nós o que é que conta
E afinal
Prá esclarecer

Prefiro pôr as cartas sobre
A mesa
Não dou meu desejo a Deus
Feroz é a natureza
Feroz todo céu
E o meu coração festeja
O encontro que aconteceu

CD - Próxima Parada - Marina Lima - Compre Aqui


Compre aqui

Faixas

1. $Cara
2. Dois Elefantes
3. Encarando Você
4. Extravios
5. À Francesa
6. Garota de Ipanema
7. ...Que Tudo Amém
8. Próxima Parada
9. Only You
10. $Cara - Instrumental

 

Edição 47

Galeria Concepcion Benedito

Informações biográficas:

Nascida em Valencia, Espanha; Nacionalidade: Francesa.
Desde 1960 tem vive e trabalha em Paris.
Fundadora e Presidente do MAC 2000 (Manifestation d 'Art Contemporain) desde 1985.
Membro da Fédération des Associations des Arts Graphique et Plastiques (Federação de Associações de Artes Gráficas e Plásticas), garantindo acesso a dos artistas aos formuladores de políticas públicas.

Notas autobiográficas:

"Minha inspiração vem da realidade diária, que eu apago, esfrego, anulo a princípio, e depois progressivamente reconstituo, expulsando toda a escória ou elementos inúteis a fim de alcançar o máximo efeito significante. Quando eu começo um desenho estou sempre preocupada em descobrir se eu vou poder comunicar minhas idéias. Claro que, no momento em que estou pintando, eu me sinto feliz, em outro lugar, em um mundo diferente. Mas, depois, vêm as dúvidas, realidade retorna; um momento dramático mas revigorante. Com toda minha sensibilidade eu quero testemunhar a angústia de viver em um mundo onde tudo se desintegra, onde tudo é sujeito a questionamentos, onde a injustiça vive lado a lado com os maiores auto-sacrifícios, onde constantemente a esperança colide contra a dúvida mais negativa".

O que os críticos dizem:

"'Concha' Benedito acende o fogo da vida em suas telas, em que vida e ação se unem. Através de suas cores e formas ela comunica sua impaciência para viver. As linhas irrompem do centro e atravessam a moldura exterior. Esta mulher grita sua arte. Ela é uma leoa que ruge seu desejo de pintar. E ela faz isso em um silêncio ensurdecedor. Sua pintura fala por si mesma".

Claude Libert

"Nada perturba o olhar, atenua o espetáculo. Suas imagens alicerçam-se nos materiais que as encarnam ou as geram. Se eles perecem, é a libertação suprema. Se eles atrapalham, trágico destino trágico. Só a artista sabe. Suas imagens femininas sem igual são auto-retratos. Elas contam a visão pessimista da artista sobre o destino da mulher e dela mesma. Seus trabalhos mais recentes têm a coloração estranha de uma abordagem limítrofe. Será que isso pode continuar para sempre?"

Michel Faucher

Fonte:http://www.artinfo.ru/artbank.asp?src=/artbank/scripts/english/collage_base.idc?author_id=0

Concepcion Benedito - A step to the light- arte sexualidade
A Step to the Light, (1991) oil on canvas

Concepcion Benedito - Blue Curtain - arte sexualidade
Blue Curtain, (1991) oil on canvas

Concepcion Benedito - Blush - arte sexualidade
Blush, (1990) oil on canvas

Concepcion Benedito - Delicate - arte sexualidade
Delicate, (1990) oil on canvas

Concepcion Benedito - Fastened to her own shade - arte sexualidade
Fastened to Her Own Shade, (1993) oil on canvas

Concepcion Benedito - Luminous - arte sexualidade
Luminous, (1990) oil on canvas

Concepcion Benedito - Ochre-coloured ground - arte sexualidade
Ochre-coloured Ground, (1993) oil on canvas

Concepcion Benedito - Red shadow - arte sexualidade
Red Shadow, (1991) oil on canvas

Concepcion Benedito - Yellowish - arte sexualidade
Yellowish, (1991) oil on canvas

 

MÚSICA

MEMÓRIA DA PELE
João Bosco/Waly Salomão

Eu já esqueci você, tento crer
seu nome, sua cara, seu jeito, seu odor
sua casa, sua cama, seu suor
Eu pertenço à raça da pedra dura
Quando enfim juro que esqueci
quem se lembra de você em mim, em mim
não sou eu, sofro e sei
não sou eu, finjo que não sei, não sou eu
Sonho bocas que murmuram
tranço em pernas que procuram, enfim...
Não sou eu, sofro e sei
Quem se lembra de você em mim, eu sei...
Bate é na memória da minha pele
Bate é no sangue que bombeia na minha veia
Bate é no champagne que borbulhava na sua taça
e que borbulha agora na taça da minha cabeça
Eu já esqueci você, tento crer
nesses lábios que meus lábios sugam de prazer
sugo sempre, busco sempre a sonhar em vão
cor vermelha sua boca
coração.


CD João Bosco - Compre aqui - arte

 

Compre aqui

Faixas

1. Incompatibilidade de Gênios
2. Odilê, Odilá
3. O Ronco da Cuíca
4. Quilombo / Tiro de Misericórdia
5. Escadas da Penha
6. Desenho de Giz
7. Memória da Pele
8. Jade
9. Saída de Emergência
10. Prêt-à-Porter de Tafetá
11. Benzetacil
12. Linha de Passe
13. Corsário
14. O Bêbado e a Equilibrista
15. Quando o Amor Acontece
16. Papel Machê

 

 
Edição 46

Galeria Sharon Hudson

"Minha arte visual inclui tanto a pintura figurativa e abstrata, bem como outras mídias planas; escultura em pedra e fotografia enfatizando padronagens e design. Três tipos de assuntos me interessam mais: a maravilhosa plasticidade e expressividade da figura humana, as formas palpáveis dos objetos domésticos e a interação dinâmica de padronagens. Minha arte corajosamente celebra o mundo tangível e a sensualidade da mídia do artista. Eu espero fornecer um refúgio de inteireza e sensualidade, contra a des-integração e o intelectualismo da vida ocidental moderna.

Toda uma vida de viagens forneceu temas para minha fotografia e enriqueceu minha pintura com idéias, padrões, cores, e conteúdo. Minhas experiências de viagem incluem muitas viagens de acampamento através da América do Norte e duas para o Alasca; cinco meses através da África; nove meses, estudando, e viajando no Japão; seis meses no Leste da Ásia e várias viagens longas pelo México e a Guatemala. Eu sempre faço viagens de baixo custo, procurando me entrosar com as culturas locais. Minhas viagens me levaram a respeitar o "pequeno", mas universal, trabalho da arte - trazer prazer para vida cotidiana.

Minha arte começa com meu amor pelo mundo físico, especialmente a figura humana, plantas e objetos cotidianos. Celebra os aspectos sensuais tanto do tema como da mídia, com um objetivo francamente decorativo, usando cores ousadas, linhas, texturas e padronagens para animar fortes composições. Embora sempre atenta ao valor da abstração na arte, eu gosto de pintar naturezas-mortas porque os objetos fornecem uma oportunidade para torções inesperadas de dimensão, design, e insinuação.

Meu trabalho figurativo sempre começa com objetos reais e modelos vivos. Eu tento não expressar algo sobre mim mesma, mas algo que vejo no tema. Minha inspiração vem de mestres de sensualidade como Gauguin, Klimt, Matisse, Degas e Van Gogh, bem como de artes decorativas como pintura em vidro.

A vida do artista é de exploração e integração conscientes. A "obra" de arte existe para expressar em forma física a variedade e crescimento de uma consciência individual e/ou coletiva sempre em expansão. Para o artista, a evolução de estilo reflete a evolução da psique; é um processo dinâmico que dura toda vida. Em lugar de procurar por, ou me limitar a, um único "estilo", eu acredito que trabalho do artista devia ser tão multifacetado quanto sua personalidade e espírito.

Muito da arte contemporânea reflete alienação e angústia, mas eu não gosto de feiúra, pouco importando o lixo filosófico que o embale. A arte não precisa espelhar e multiplicar a feiúra da vida. A contribuição criativa de arte não é criticar, mas sintetizar; não lamentar, mas curar. Em lugar de imitar a vida, a Arte pode enriquecer a vida, fornecendo prazer, harmonia, e introspecção. Em meio à onipresente desintegração do mundo moderno, eu espero que meu trabalho forneça um refúgio de inteireza e equilíbrio, um intrigante e nutritivo "banquete para os olhos"."

Fonte:http://www.byhudson.com

Sharon Hudson - African Eve - arte sexualidade
African Eve - Latex and acrylic paint and
colored pencil on paper

Sharon Hudson - Dendrophile - arte sexualidade
Dendrophile - Acrylic and latex paint

Sharon Hudson - Stephanie in the Big Chair - arte sexualidade
Stephanie in the Big Chair - Acrylic paint and colored

Sharon Hudson - Marbled Nude - arte sexualidade
Marbled Nude - acrylic on paper

Sharon Hudson - Pele - arte sexualidade
Pele - Charcoal on paper

Sharon Hudson - Pinkie - arte sexualidade
Pinkie - Tempera paint on matboard

Sharon Hudson - Woman in a Green Dress - arte sexualidade
Woman in a Green Dress - Dry pastel on paper

Sharon Hudson - Ronin - arte sexualidade
Ronin - Collage, acrylic paint, and oil pastel on artboard

Sharon Hudson - Sleeping Beauty - arte sexualidade
Sleeping Beauty - Oil pastel, acrylic paint, and collage on paper

Sharon Hudson - Young Man Reclining - arte sexualidade
Young Man Reclining - Dry pastel on paper

Sharon Hudson - Katia's Last Pose - arte sexualidade
Katja's Last Pose - Latex paint and charcoal

Sharon Hudson - Magazine Dream - arte sexualidade
Magazine Dream - Acrylic paint on paper

Sharon Hudson - Nude with Blue Barrette - arte sexualidade
Nude with Blue Barrette - Acrylic paint on paper

Sharon Hudson - Ripe Fruit - arte sexualidade
Ripe Fruit - Acrylic paint and gold pen on paper

 

MÚSICA

Intimidade
Zélia Duncan

Não nega
Fui eu que senti
Renega
Ninguém vai te ouvir
Intimidade é fato
Não dá pra fingir
Impeça
Senão vou cumprir
Carrega
Seus traumas daqui
Envelhecer é fato
Não dá pra fugir

Se esfrega em outro rosto
Pra deixar de me amar
Você me deu o gosto
E esqueceu o lugar
Passos largos fora de hora
Não vão me afastar

Confessa
Seu tombo é aqui
Na queda
Quem vai se exibir?
Dignidade é fato
Não dá pra pedir
Envelhecer é fato
Não dá pra fugir
Intimidade é fato
Não dá pra fingir

CD Zélia Duncan Intimidade comprar

Compre aqui

Faixas

1. Enquanto Durmo
2. Intimidade
3. Bom Pra Você
4. Minha Fé
5. Coração Na Boca
6. Experimenta
7. Não Tem Volta
8. Primeiro Susto
9. Me Gusta
10. Vou Tirar Você Do Dicionário
11. A Diferença
12. Assim Que Eu Gosto