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| Patrocínio: Lingerie by Marta Campos Underwear | Decora Brasil - Móveis Casa e Decoração de Interiores |
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Galeria Ivan Lubennikov Informações biográficas:
W. Mayland Fonte:http://www.russianartgallery.com/
MÚSICA Eu Vou Estar Composição: Indisponível Eu não vou pro inferno Nos seus livros, nos seus discos Eu não vou pro céu também Nos seus livros, nos seus discos. Embaixo da cama Nos seus livros, nos seus discos.
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| Edição 49 | Galeria Viktor Hrihorov (Grigorov)"EU SOU GRIGOROV (1939 - 2002) Victor Grygorov (Hryhorov) nasceu em Semenivka, na região de Melitopol, em 1939. Graduou-se na escola de Arte de Simpheropol em 1967. Em 1976 tornou-se um membro do Instituto Nacional de Arte de Kiev. O premiado artista ucraniano morreu em 2002. É o fato incontestável que Victor Grigorov é um pintor realizado. Além disso, ele não é e nunca foi um 'clássico vivo' durante sua vida. Seu estilo é reconhecível à primeira vista, porém, é realmente surpreendente que um cânon criativo 'a priori' decerto não existe dentro de um movimento fixo em um ciclo pessoal. Suas linhas são vívidas, sempre em movimento, em uma fantástica dança, transformando-se em um inconcebível labirinto de imagens indefinidas. Grigorov pintou um verdadeiro, real, ato de viver, sem qualquer início ou fim. Além disso, eu diria que é um ato perpétuo, apesar de soar como um pathos. Portanto, esse é provavelmente o motivo por que grande número de suas telas e desenhos são simplesmente chamados - 'O Ato'. E o processo irreprimível como um todo - a vida do pintor e suas sutis imagens cintilantes - está fortemente atada à sua longa vida expressiva e saturada de ação, desesperadamente intitulada 'eu sou Grigorov'. Grigorov é ucraniano e os mais conhecidos de seus trabalhos de arte permanecerão aqui (Ucrânia) para sempre. Em primeiro lugar, porque ele é um pintor monumentalista. Os Domos Dourados da Catedral de São Miguel em Kiev e muitos outros objetos importantes e simbólicos foram pintados por Grigorov. O conhecimento de princípios básicos da pintura monumental faz seus trabalhos não só expressivos e dinâmicos, mas 'tectônicos' e estruturalmente rígidos, saturados por linhas definidas e precisas, em harmonia com a composição e o espectro de cores. Seus trabalhos não têm excesso de cores, parecem quase gráficos. As imagens não impressionam pela complexidade ou dificuldade de compreensão. Elas são minimamente simples e de um modo sincrético e simbólico. Eles são símbolos do 'ato', do 'movimento', do 'curso do tempo e espaço'. Apesar de não simplesmente 'básicos', 'lineares', os trabalhos do Grigorov demonstram a incrível simplicidade do toque de mestre. Sua experiência e conhecimentos de materiais e processos criam a grande simplicidade de percepção de suas criações e da estilização que não destrói a imagem: ao contrário, a mantém em um modo abertamente realista, sem uma 'casca' de detalhes desnecessários. Suas telas de diferentes tamanhos e a diversidade de temas parecem ser pintadas nas paredes de um templo (Eslavônico? Bizantino?) ou em um refinado hall de um edifício antigo, "repintado" por camadas étnicas e religiosas de tempos ainda por vir. Quem pode entender o pintor? Ninguém pode. Até o pintor 'não sabe o que ele está criando', porque ele nunca sabe o que conduz sua mão e o que vai realmente aparecer como resultado. O pintor também não conseguia explicar o processo de nascimento de sua visão, seu conteúdo, sensações e código genético. Porém, é desnecessário para ele. O mistério real não pode ser resolvido, caso contrário não é um mistério. O que pode ser mais enigmático do que o mistério da criação? A criação do Grigorov vale a pena ser apreciada com atenção. Seus trabalhos podem agradar ou não, podem irritar ou dar prazer, mas não existe nenhuma dúvida que Victor Grigorov é um pintor extraordinário. Ele tem que ser visto e conhecido, porque, provavelmente, a falta de tal conhecimento é uma ignorância completa. Como dizem pessoas notáveis sobre ele: 'Grigorov pinta com o prazer do movimento livre das linhas, leves flocos de neve de borrões negros: criando o negativo da carne da mulher que se tornou quase como um espírito, cheio do aroma e do mistério de sentimentos, beleza como a de uma convidada dos céus mantendo um mistério sobre sua existência inteira, como um sonho em um sono'. Grigorov experimentou fama e reconhecimento sociais, sofreu a destruição de seus trabalhos, viveu na riqueza e na pobreza, era amado por seus amigos e não era completamente compreendido por eles. Ele é o pintor que vive perto nós, criando para nós". Svitlana PHESENKO, Fonte:http://www.russianartgallery.com/
MÚSICA Sentidos - Zélia Duncan Não quero seu sorriso
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| Edição 48 | Galeria Alexei LantsevAlexei Lantsev é um pintor de grande energia criativa e versatilidade, residente em Moscou. Ele trabalha com diversas mídias e estilos artísticos. Telas abstratas vibrantes, suaves e delicadas aquarelas e lápis sobre papel de paisagens e temas marinhos, técnicas mistas estonteantes, retratos cheios de cor.Nascido em Krasnodar, Russia, em 1970, ele estudou com o mestre Nikolai Andronov. A tradicional vanguarda russa, especialmente a de Vasily Kandinsky e Kazimir Malevich, são reconhecíveis em seu expressivo e ativo jogo abstrato. Fonte:http://www.russianartgallery.com/
MÚSICA Próxima Parada - Marina Lima Eu sei onde é que estão Que a única morada de um homem Ninguém vai nos trazer Prefiro pôr as cartas sobre Faixas 1. $Cara
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| Edição 47 | Galeria Concepcion BeneditoInformações biográficas: Notas autobiográficas: Claude Libert "Nada perturba o olhar, atenua o espetáculo. Suas imagens alicerçam-se nos materiais que as encarnam ou as geram. Se eles perecem, é a libertação suprema. Se eles atrapalham, trágico destino trágico. Só a artista sabe. Suas imagens femininas sem igual são auto-retratos. Elas contam a visão pessimista da artista sobre o destino da mulher e dela mesma. Seus trabalhos mais recentes têm a coloração estranha de uma abordagem limítrofe. Será que isso pode continuar para sempre?" Michel Faucher Fonte:http://www.artinfo.ru/artbank.asp?src=/artbank/scripts/english/collage_base.idc?author_id=0
MÚSICA MEMÓRIA DA PELE Eu já esqueci você, tento crer
Faixas 1. Incompatibilidade de Gênios
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| Edição 46 | Galeria Sharon Hudson"Minha arte visual inclui tanto a pintura figurativa e abstrata, bem como outras mídias planas; escultura em pedra e fotografia enfatizando padronagens e design. Três tipos de assuntos me interessam mais: a maravilhosa plasticidade e expressividade da figura humana, as formas palpáveis dos objetos domésticos e a interação dinâmica de padronagens. Minha arte corajosamente celebra o mundo tangível e a sensualidade da mídia do artista. Eu espero fornecer um refúgio de inteireza e sensualidade, contra a des-integração e o intelectualismo da vida ocidental moderna. Toda uma vida de viagens forneceu temas para minha fotografia e enriqueceu minha pintura com idéias, padrões, cores, e conteúdo. Minhas experiências de viagem incluem muitas viagens de acampamento através da América do Norte e duas para o Alasca; cinco meses através da África; nove meses, estudando, e viajando no Japão; seis meses no Leste da Ásia e várias viagens longas pelo México e a Guatemala. Eu sempre faço viagens de baixo custo, procurando me entrosar com as culturas locais. Minhas viagens me levaram a respeitar o "pequeno", mas universal, trabalho da arte - trazer prazer para vida cotidiana. Minha arte começa com meu amor pelo mundo físico, especialmente a figura humana, plantas e objetos cotidianos. Celebra os aspectos sensuais tanto do tema como da mídia, com um objetivo francamente decorativo, usando cores ousadas, linhas, texturas e padronagens para animar fortes composições. Embora sempre atenta ao valor da abstração na arte, eu gosto de pintar naturezas-mortas porque os objetos fornecem uma oportunidade para torções inesperadas de dimensão, design, e insinuação. Meu trabalho figurativo sempre começa com objetos reais e modelos vivos. Eu tento não expressar algo sobre mim mesma, mas algo que vejo no tema. Minha inspiração vem de mestres de sensualidade como Gauguin, Klimt, Matisse, Degas e Van Gogh, bem como de artes decorativas como pintura em vidro. A vida do artista é de exploração e integração conscientes. A "obra" de arte existe para expressar em forma física a variedade e crescimento de uma consciência individual e/ou coletiva sempre em expansão. Para o artista, a evolução de estilo reflete a evolução da psique; é um processo dinâmico que dura toda vida. Em lugar de procurar por, ou me limitar a, um único "estilo", eu acredito que trabalho do artista devia ser tão multifacetado quanto sua personalidade e espírito. Muito da arte contemporânea reflete alienação
e angústia, mas eu não gosto de feiúra, pouco
importando o lixo filosófico que o embale. A arte não
precisa espelhar e multiplicar a feiúra da vida. A contribuição
criativa de arte não é criticar, mas sintetizar; não
lamentar, mas curar. Em lugar de imitar a vida, a Arte pode enriquecer
a vida, fornecendo prazer, harmonia, e introspecção. Em
meio à onipresente desintegração do mundo moderno,
eu espero que meu trabalho forneça um refúgio de inteireza
e equilíbrio, um intrigante e nutritivo "banquete para
os olhos"." Fonte:http://www.byhudson.com
MÚSICA Intimidade Não nega Se esfrega em outro rosto Confessa Faixas 1. Enquanto Durmo |
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