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Edição 60

Galeria Plamen Temelkov


"Plamen Telmekov nasceu em Plovdiv, Bulgaria, em 1961. Ele se define como um artista neo-impressionista.

Ao observar seus quadros, percebe-se que o artista, ao pintar os personagens em movimento, procurou fazê-lo de forma estática, como se tivesse o poder de controlar o tempo, congelando o momento no espaço, imortalizando, assim, os personagens em suas telas.

As luzes são representadas por cores chapadas com pinceladas largas.

Gosto particularmente da forma como ele enfatiza os gestos, as mãos, a expressão corporal, ao mesmo tempo deixa de forma indefinida os rostos como se não tivesse importância. Se diferenciando, por exemplo, das obras de Jia Lu (na edição anterior) e Maria Amaral, que também representam o movimento. No caso de Jia Lu a sua expressão corporal é representada de forma quase fotográfica. Já Maria Amaral, concede grande importância aos rostos, seus corpos praticamente se fundem no ato do movimento".

Géssica Hellmann

Fonte:http://plamentemelkov.com

Plamen Temelkov - Angel - Arte Sexualidade Corporalidade
Angel

Plamen Temelkov - El Hombre con bicicleta - Arte Sexualidade Corporalidade
El hombre con bicicleta

Plamen Temelkov - Jazz - Arte Sexualidade Corporalidade
Jazz

Plamen Temelkov - Cantante de Jazz - Arte Sexualidade Corporalidade
Cantante de Jazz

Plamen Temelkov - Flamenco XI - Arte Sexualidade Corporalidade
Flamenco XI

Plamen Temelkov - Flamenco XI - Arte Sexualidade Corporalidade
Flamenco XI

Plamen Temelkov - Flamenco XI - Arte Sexualidade Corporalidade
Flamenco XI

Plamen Temelkov - La Danza - Arte Sexualidade Corporalidade
La danza

Plamen Temelkov - Primera Canción - Arte Sexualidade Corporalidade
Primera Cancion

Plamen Temelkov - Ternura - Arte Sexualidade Corporalidade
Ternura

Plamen Temelkov - Relax III - Arte Sexualidade Corporalidade
Relax-III

Plamen Temelkov - Espalda - Arte Sexualidade Corporalidade
Espalda

Plamen Temelkov - Flamenco - Arte Sexualidade Corporalidade
Flamenco

 

Música

Jogos de Guerra
Raul Branco e
Helio Jenné (Pega-Varetas)

O que me acorda na noite e me obriga a sonhar
é a luz, é a luz que vem do teu olhar
O que sufoca o meu peito e me obriga a cantar
é a luz, é a luz que vem do teu olhar

Jogos de Guerra, Jogos de Amor nos arrastam por aí
E me levam um passo mais longe sempre a um passo de ti
E essa maldita canção que não me ouviste tocar
Arranca de dentro de mim a saudade

Pega Varetas é:
Paulo Malária - Teclados e 2a. Voz; Helio Jenné - Voz; Ary Menezes - Baixo; Otaner Segrob - Guitarra; Mario Costa - Bateria. Gravada em 2003 no AudioMix Studios. Mixagem, edição e masterização: Paulinho Cardoso.

Ouça a música!

 

Edição 59

Galeria Jia Lu

Nascida na China em 1954, Jia Lu cresceu em uma família de artistas. Ela aprendeu muito cedo a apreciar a beleza e o poder da figura humana através de seus pais, ambos artistas profissionais. Ela trabalhou como enfermeira, atriz de cinema e TV, oficial da Marinha, editora de arte de uma revista e treinadora de basquete antes de se matricular na Academia Central de Arte e Design para começar seu treinamento profissional como artista.

"As idéias para minhas pinturas vêm de minhas leituras em filosofia, poesia e de outras artes visuais, como o cinema e o teatro. Eu gostaria de ter mais tempo para assistir a ópera e dança, porque eu adoro a iluminação dramática e os sets elaborados. Algumas idéias vêm de sonhos, outras são inspiradas por esboços antigos que eu fiz de modelos. Algumas vezes, sou impactada por uma linda fotografia ou pintura de outro artista e eu simplesmente quero algo parecido em meu trabalho. Normalmente, as idéias para pinturas vêm em enxurrada em alguma hora após a meia-noite. Infelizmente, eu tenho muito mais idéias do que tempo para pintar".

(Fonte: http:/www.jialu.com)

Jia Lu - Halo - arte sexualidade corporalidade
Halo (1996)

Jia Lu - Billowing Veil - arte sexualidade corporalidade
Billowing Veil (2002)

Jia Lu - Bronze Drum - arte sexualidade corporalidade
Bronze Drum (1997)

Jia Lu - Embrace - arte sexualidade corporalidade
Embrace (2000)

Jia Lu - Flying Veil - arte sexualidade corporalidade
Flying Veil (2000)

Jia Lu - Departure - arte sexualidade corporalidade
Departure (1997)

Jia Lu - Impermanence - arte sexualidade corporalidade
Impermanence (1997)

Jia Lu - Streaming Wind - arte sexualidade corporalidade
Streaming Wind (2001)

Jia Lu - Water Spirit- arte sexualidade corporalidade
Water Spirit (2002)

Jia Lu - Woman Warrior - arte sexualidade corporalidade
Woman Warrior (1998)

Jia Lu - Wind - arte sexualidade corporalidade
Wind (1999)

Jia Lu - In Thought- arte sexualidade corporalidade
InThought (2000)

Jia Lu - Expression of Joy - arte sexualidade corporalidade
Expression of Joy (2002)

Jia Lu - Pool - arte sexualidade corporalidade
Pool (2002)

Jia Lu - White Peonies - arte sexualidade corporalidade
White Peonies (2002)

Jia Lu - Flamenco - arte sexualidade corporalidade
Flamenco (2001)

Música

Eu Gosto de Mulher
Ana Carolina

Composição: Indisponível

Vou te contar o que me faz andar
Se não é por mulher não saio nem do lugar
Eu já não tento nem disfarçar
Que tudo que eu me meto é só pra impressionar

Mulher de corpo inteiro
Não fosse por mulher eu nem era roqueiro
Mulher que se atrasa, mulher que vai na frente
Mulher dona-de-casa, mulher pra presidente

Mulher de qualquer jeito
Você sabe que eu adoro um peito
Peito pra dar de mamar
E peito só pra enfeitar

Mulher faz bem pra vista
Tanto faz se ela é machista ou se é feminista
'cê pode achar que é um pouco de exagero
Eu sei que lá, so sei que não sei,
Eu gosto de mulher, eu gosto de mulher
Ôooo eu gosto é de mulher(2x)

Nem quero que você me leve a mal
Eu sei que hoje em dia isso nem é normal

Eu sou assim meio atrasadão
Conservador, reacionário e caretão

Pra quê ser diferente
Se eu fico sem mulher eu fico até doente
Mulher que lava roupa, mulher que guia carro
Mulher que tira a roupa, mulher pra tirar sarro

Mulher eu já provei
Eu sei que é bom demais, agora o resto eu não sei
Sei que eu não vou mudar
Sei que eu não vou nem tentar

Desculpe esse meu defeito
Eu juro que não é bem preconceito
Eu tenho amigo homem, eu tenho amigo gay
Olha eu sei lá, eu sei que eu não sei,
Eu gosto é de mulher eu gosto é de mulher

 

Edição 58

Galeria Valery Kosorukov

"O Degas Russo"

Valery Kosorukov é um proeminente artista plástico russo, nascido em Moscou, professor, membro do Sindicato dos Artistas da Rússia, cidadão honorário da Cidade de Nova Orleães (E.U.A.).

O balé tem sido um tema criativo principal na arte de Kosorukov desde os seus tempos de estudante. O jovem artista criou uma crônica visual do Teatro Bolshoi em uma série de inigualável de obras de arte originais.

O primeiro livro de arte de Kosorukov, "Balé," foi publicado pela editora "Artista Soviético" em 1966. Os profissionais e imprensa notaram a originalidade e a individualidade brilhante do artista, que podia capturar a própria essência da dança. O esplêndido pastel "N. Bessmertnova - Giselle" não só se tornou só o logotipo pessoal do artista, mas um símbolo de balé da sua pátria.

A partir de meados dos anos 1970, o artista ganhou reconhecimento mundial. Ele realizou exibições individuais em Moscou, Novosibirsk, Jackson, Varna, Cairo, Nova Orleães, Madrid, e Milão. A arte do Kosorukov e sua lealdade ao tema do balé tornaram-se extensamente notadas no mundo de arte, e ele começou a ser chamado o “Degas russo” por aqueles que apreciaram sua arte.

O talento versátil e impressionante do artista achou sua expressão através de imagens do teatro. Durante vários anos, Kosorukov trabalhou junto ao grande dançarino americano Fernando Bujones. Para a Bujones' Orlando Ballet Company, Kosorukov criou a cenografia para para nove balés, inclusive “La Bayadere”, “Giselle”, “Don Quito” e “Quebra-nozes.”

O artista usa métodos do impressionismo, preenchendo sua arte com um jogo refinado de luzes e cores. Pinceladas precisas combinadas com outras elegantes e suaves criam padrões coloridos multifacetados como os de jóias, ambos atraentes e fascinantes. Apesar do fato de que ele continua a desenvolver o tema "balé", Kosorukov trabalha com sucesso em outros gêneros – inclusive retratos, paisagens e nus.

Muitos peritos em belas-artes põem Valery Kosorukov ao lado do grande mestre russo do desenho no século 19, Valentine Serov. Ao mesmo tempo, o desenho de Kosorukov distingue-se propriamente por sua expressividade excepcional. Seu desenho pode ser um jogo fantástico de linhas ou muito simplistas. Às vezes, o artista usa só um golpe simples de caneta para revelar uma forma, reproduzir um movimento ou criar um estado-de-espírito.

Fonte: http://www.kosorukov.com/

Valery Kosorukov - Expectation of the entrance - arte sexualidade corporalidade
Expectation of the entrance, Oil on Canvas.

Valery Kosorukov - In the dressing room - arte sexualidade corporalidade
In the dressing room, Oil on Canvas.

Valery Kosorukov - In the dressing room - arte sexualidade corporalidade
In the dressing room, Oil on Canvas.

Valery Kosorukov - Peacock - arte sexualidade corporalidade
Peacock, Oil on Canvas.

Valery Kosorukov - Two dancers before the entrance (Bolshoi Ballet) - arte sexualidade corporalidade
Two dancers before the entrance (Bolshoi Ballet), Oil on Canvas.

Valery Kosorukov - Model in the studio - arte sexualidade corporalidade
Model in the studio, Pastel .

Valery Kosorukov - Resting Model - arte sexualidade corporalidade
Resting Model, Oil on canvas.

Valery Kosorukov - Maya Plisetskaya and Alexander Godunov in Death of the Rose - arte sexualidade corporalidade
Maya Plisetskaya and Alexander Godunov in Death of the Rose

Valery Kosorukov - Belly Dance - arte sexualidade corporalidade
Belly Dance, Oil on Canvas.

Valery Kosorukov - Flamenco - arte sexualidade corporalidade
Flamenco, Oil on Canvas.

Valery Kosorukov - In the wings (Bolshoi Ballet) - arte sexualidade corporalidade
In the wings (Bolshoi Ballet), Oil on Canvas.

Valery Kosorukov - Flamenco - arte sexualidade corporalidade
Flamenco, Oil on Canvas.

Valery Kosorukov - Flamenco dancer - arte sexualidade corporalidade
Flamenco dancer, Oil on Canvas.

Valery Kosorukov - Expectation - arte sexualidade corporalidade
Expectation, Oil on Canvas.

 

Música

Ginga de Balé
Timbalada
Composição: Carlinhos Brown / Buzziga

O que trança na cabeça
Dessa beldade negra
Fino traço é o retrato
de uma deusa ginga
Ginga o corpo sem defeito
Com direito
Só pra mostrar quem é
herdeira dos deuses
da soberania africana
É filha de yansã balé
No barco só navega um
carente de um terreiro egum
Foi namorada de xangô
e se desentendeu com oxum
Agora é mulher fiel
É a mona do ocam
Do ferro azulado do rei ogum
Babaulere
Babaulere
Bada balera yaô babá
Tchu dhiubi dhiubi dhiubi
Bada bada bada badaba
Babaulere
Babaulere
Bada balera yaô babá

 
Edição 57

Galeria de Margaret Cilento

"CIRCO: ENTRE SONHO E REALIDADE"
por Jeanne-Marie Cilento

Margaret Cilento tem desenhado artistas de circo desde que ela era uma criança em Queensland e, mais tarde, estudante de arte em Sydney. Lady e Sir Raphael Cilento deixavam sua filha vagar pelas bizarras exposições que ela achava fascinantes no show agícola de de Brisbane agrícola e assistir demoradamente aos artistas circenses da Jimmy Sharman's Boxing Troupe. Cilento chegou a ganhar prêmios na categoria "arte estudantil" do show.

Quando Cilento estava estudando arte na East Sydney Technical School, ela e Margaret Olley levavam seus cadernos de esboços para o Circo Wirth durante a tarde e desenhavam os auxiliares de palco e os artistas de circo preparando-se para o espetáculo da noite. Cilento prosseguiu desenvolvendo este tema teatral em seu trabalho em Nova Iorque quando ela foi ver Barnum e Bailey enquanto estudava pintura no Brooklyn Museum Art School e gravura no Atelier 17. Mais tarde, vivendo em Londres, ela acompanhava sua irmã atriz ao Pinewood Studios, desenhando no set ou no camarim enquanto Diane decorava suas falas.

Muitas das pinturas recentes de Cilento foram inspiradas por aqueles primeiros esboços. Mas a maioria delas veio do estudo profundo das apresentações do Cirque de Soleil, do Grande Circo de Moscou, do Circo Oz, do Circo de Fruit Fly e do Silvers Circus em Melbourne, de 2001 até 2004.

"O circo é um tema maravilhoso, especialmente os feitos físicos extraordinários e esquisistas combinações de cor" diz Cilento. "O sonho e realidade parecem fundir-se no mundo surrealista das apresentações de circo. Ainda que, sempre espreitando por trás da liberdade e do estranho glamour encontre-se uma natureza árida e efêmera na vida circense."

Como uma eterna estudante do desenho da figura humana, Cilento diz que os feitos dos artistas de trapézio e acrobatas fornecem excitantes novos modos de ver o corpo em movimento. "Eu espero que as pessoas tenham a mesma sensação de deslumbramento quando olharem o meu trabalho."

Fonte:http://www.evabreuerartdealer.com.au/cilento.html

Margareth Cilento - Acrobats on Ropes - arte corporalidade
Acrobats on Ropes - Circus Oz 2004, oil on canvas

Margareth Cilento - Anna on Tissu Trapeze I - arte corporalidade
Anna on Tissu Trapeze I 2004, oil on canvas

 

Margareth Cilento - Clowning around - arte corporalidade
Clowning Around - Circus Oz 2003, oil on canvas

Margareth Cilento - Girl in a twist - arte corporalidade
Girl in a Twist - Silvers Circus 2002, oil on canvas

Margareth Cilento - Jumping through hoops - arte corporalidade
Jumping Through Hoops - Circus Oz 2003, oil on canvas

Margareth Cilento - Ribbon Dancer - arte corporalidade
Ribbon Dancer - Wirths Circus 2003, oil on canvas

Margareth Cilento - Student at NICA Production - arte corporalidade
Student at NICA Production 2004, oil on canvas

Margareth Cilento - The girl rope walkers - arte corporalidade
The Girl Rope Walkers 2002, oil on canvas

Margareth Cilento - The tower of chairs - arte corporalidade
The Tower of chairs, oil on canvas

Margareth Cilento - Women Acrobats on Ropes - arte corporalidade
Women Acrobats on a Rope - Circus Oz 2004, oil on canvas


Trapeze Against Red & Green 2004, oil on canvas

Margareth Cilento - Acrobat in blue - arte corporalidade
Acrobat in Blue - Circus Oz 2004, oil on canvas

Margareth Cilento - Girl Acrobats Practising - arte corporalidade
Girl Acrobats Practising 2004, oil on canvas

Margareth Cilento - Fruit Fly Circus - arte corporalidade
Fruit Fly Circus 2004, oil on canvas

 

Música

Quase um Segundo
Cazuza
Composição: Herbert Vianna

Eu queria ver no escuro do mundo
Aonde está o que você quer
Pra me transformar no que te agrada
No que me faça ver
Quais são as cores e as coisas pra te prender
Eu tive um sonho ruim e acordei chorando
Por isso eu te liguei

Será que você ainda pensa em mim
Será que você ainda pensa

Ás vezes te odeio por quase um segundo
Depois te amo mais
Teus pêlos, teu rosto, teu gosto, tudo
Tudo que não me deixa em paz

Quais são as cores e as coisas pra te prender?
Eu tive um sonho ruim e acordei chorando
Por isso eu te liguei

Será que você ainda pensa em mim
Será que você ainda pensa

 

 
Edição 56

Galeria de Joel Kass

"Um artista que retrata trivialidades do cotidiano, da mesma forma que retrata a dor, a violência: com personagens geometrizados, como personagens do teatro da vida real. Ele consegue, de forma bela e bem-humorada, descrever cenas felizes e tristes do ser humano, vagando entre a luz e as trevas de suas lembranças. Nesta galeria dividimos uma amostra de sua obra em duas partes: 'O Holocausto: dor, sofrimento e memória de uma testemunha' e "A alegria e a trivialidade do cotidiano". Géssica Hellmann.

"Quando vi suas obras, levei um choque. Se eu tentar descrever esta emoção, de uma só vez, estética e espiritualmente, eu penso que posso encontrar duas explicações. Primeiramente, como um professor da filosofia na ordem Dominicana em Jerusalém, eu fiquei impressionado pelo aspecto formal do trabalho do artista. A violência que se percebe na alma do pintor é mantida encoberta por um estilo rigoroso e por um sentido altamente rítmico da composição. As figuras fantásticas são integradas em uma geometria de volumes habilmente construídos, e o jogo das cores, cuja variedade e arranjo merecem ser observados com cuidado, confirma e, às vezes, transfigura - quando a visão do pintor é por demais severa - o significado poético da mensagem.

Mas não sou somente um filósofo: Eu sou, antes de tudo, um religioso Dominicano, responsável por uma pequena comunidade, "Maison Saint Isaie", cuja a finalidade essencial é servir como um centro cristão de estudos judeus em Jerusalém. Como conselheiro da Comissão do Vaticano sobre relações com Judaísmo, eu descobri no curso de meu estudo e reflexão a realidade terrível do destino judeu e do Shoah. Eu me senti diretamente desafiado pelo trabalho de Joel Kass.

Todas as expressões e cenas descritas por ele em suas pinturas parecem ter sido extraídas diretamente de sua memória. Ainda, se for verdadeiro dizer que seu estilo é extremamente original, é não somente por expressar suas memórias pessoais, mas a memória do povo judeu. Ele o cantor do destino de Israel.

Sua mensagem tem um alcance universal. Neste respeito, Joel Kass testemunha a qualidade representativa do destino do povo judeu, na escuridão e na luz, no amor e no desespero. Expressa, por seu grito, o sentimento que todo o homem de nosso tempo deve ter, no meio dos horrores que o cercam e ameaçam. Nós vivemos em um mundo despedaçado, em uma humanidade despedaçada. O homem nunca se sentiu tão ameaçado. Joel Kass foi o intérprete da humanidade buscando sobreviver a estas calamidades.

Eu diria que ele é o pintor das vicissitudes da vida cotidiana, cuja profundidade e urgência escondidas nos faz perceber: Amor, solidão, dor, lágrimas." Marcel Dubois.

Fonte:http://www.joelkass.com


Accordionist (1974)

Joel Kass - Man and woman - arte sexualidade
Man and woman (1972).

Joel Kass - The Marriage - arte sexualidade
The marriage (1970)

Joel Kass - Family - arte sexualidade
Family (1970)

Joel Kass - A poet
A poet (1978)

Joel Kass - Blackening the sun
Blackening the sun (1995) (Holocausto)

Joel Kass - Carrying the dead
Carrying the dead (1994) (Holocausto)

Joel Kass - Crucified
Crucified (1991) (Holocausto)

Joel Kass - The entrance to the fumace
The entrance to the furnace (1994) (Holocausto)

Joel Kass - Childhood memory
Childhood memory (1989) (Holocausto)

Joel Kass - In the wagon
in the wagon (1994) (Holocausto)

Joel Kass - In front of the fumace
In front of the furnace (1992) (Holocausto)

Joel Kass - Massacre
Massacre (1994) (Holocausto)

Joel Kass - Old Memories
Old memories (1989) (Holocausto)

Joel Kass - Out of the darkness
Out of the darkness (1990) (Holocausto)

 

Música

Bem Que Se Quis
Marisa Monte

Composição: Pino Daniele/versão: Nelson Motta

Bem que se quis
Depois de tudo ainda ser feliz
Mas já não há caminhos pra voltar.
O que é que a vida fez na nossa vida?
O que é que a gente não faz por amor?

Mas tanto faz,
Já me esqueci de te esquecer porque
O teu desejo é meu melhor prazer
E o meu destino é querer sempre mais
A minha estrada corre pro seu mar

Agora vem pra perto vem
Vem depressa vem sem fim dentro de mim
Que eu quero sentir
O teu corpo pesando sobre o meu
Vem meu amor vem pra mim,
Me abraça devagar,
Me beija e me faz esquecer.