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Edição 65

Galeria Joan Grau

Joan Grau nasceu em Canet de Mar, uma vila costeira de Maresme, Provincia de Barcelona, em 1947. Realizou suas primeiras exposições de forma individual na "Sala del Ateneo de Arenys de Mar" (1970) e no "El Salón Rosa" de sua cidade natal (1971), tendo participado também em outras mostras coletivas durante esta época. Suas obras se encontram en coleções particulares em Madrid, Murcia, Albacete, Salamanca, Pontevedra, Baleares, Canarias, Tarragona, Barcelona e um grande etc. Nos últimos dois anos, suas obras foram expostas Barcelona, Tarragona, Andorra, Valls (Tarragona), Montroig (Tarragona) e Igualada (Barcelona).

Seu caráter independente e rebelde o fez fugir sempre do ensino demasiadamente metódico das escolas e academias de arte tradicionais. Mas é de sua fascinação pelos impressionistas e pós-impressionistas, que estudou profundamente, sobretudo Van-Gogh, Gauguin, Matisse, Munch, Modigliani, Chagall e Kandisnky, e da observacão de suas obras que adquiriu boa parte de seus connhecimentos.

Se alguma palavra define seus trabalhos mais recentes é"agressividade". Em sua paleta, utiliza voluntariamente uma limitada gama de cores que, freqüentemente, mescla diretamente sobre a tela, com o que consegue violentos contrastes presididos quase sempre por vermelhos muito intensos. Segundo sua opinião, são as cores e contrastes do mundo em que vivemos.

Fonte:http://jgrau.dimaster.net/

Joan Grau - Retrato - arte sexualidade corporalidade
Retrato

Joan Grau - Fama - arte sexualidade corporalidade
Fama

Joan Grau - Mirada - arte sexualidade corporalidade
Mirada

Joan Grau - La trenza - arte sexualidade corporalidade
La trenza

Joan Grau - La siesta - arte sexualidade corporalidade
La siesta

Joan Grau - Joven posando - arte sexualidade corporalidade
Joven posando

Joan Grau - Años 20 - arte sexualidade corporalidade
Años 20

Joan Grau - Military Man - arte sexualidade corporalidade
Military Man

Joan Grau - Retrato Marta - arte sexualidade corporalidade
Retrato Marta

Joan Grau - Silvia - arte sexualidade corporalidade
Retrato Sílvia

Joan Grau - La guitarra - arte sexualidade corporalidade
La guitarra

 

Um toque sobre arte

Pintar com conforto:

Nesta edição veremos pequenos detalhes fundamentais na organização da palheta para quem não quer esquentar a cabeça. Quem já viu alguém com um pratinho cheio de tintas? Ou uma palheta bem pequena tão cheia de tintas que não tem mais lugar para ninguém? Como eliminar esta dificuldade?

As cores devem ficar em ordem: branco, amarelo, vermelho, carmim, azul, verde esmeralda e preto . É preciso acostumar a posicionar as cores sempre no mesmo lugar, assim, evitamos perder tempo procurando as cores tanto na palheta como na mesa. Quem já perdeu o tubo da tinta e só achou depois de finalizar a pintura? Como professor este quesito é uma preocupação constante em minhas aulas. Uma palheta organizada!

Na palheta sempre sobra resto de tintas sujas, para aproveitá-las misture todas entre si. Ficará uma cor muito feia, adicione uma cor limpa, por exemplo, verde esmeralda e você terá uma cor verde cinza. Pode experimentar também com o carmim ou com amarelos.

Para armazená-las coloque-as em vidros com tampa, prepare a tinta coloque no vidro e cubra com a mesma medida de água. Ela pode durar anos.

Para quem utiliza tinta acrílica é interessante comprá-la em potes, onde os restos de tinta podem voltar para o pote de origem.

Dinyz Domingos

Veja as dicas anteriores do mestre Dinyz.

 

Música

Quando a Chuva Passar
Ivete Sangalo

Composição: Ramon Cruz

Pra que falar?
Se você não quer me ouvir...
Fugir agora não resolve nada...

Mas não vou chorar...
Se você quiser partir...
Às vezes a distância ajuda...

Só quero te lembrar...
De quando a gente andava nas estrelas...
Das horas lindas que passamos juntos...
A gente só queria amar e amar...
E hoje eu tenho certeza...
A nossa história não termina agora...
Pois essa tempestade um dia vai acabar...

Quando a chuva passar...
Quando o tempo abrir...
Abra a janela e veja: eu sou o sol...
Eu sou céu e mar...
Eu sou céu e fim...
E o meu amor é imensidão...
Só quero te lembrar...
De quando a gente andava nas estrelas...
Nas horas lindas que passamos juntos...
A gente só queria amar e amar...
E hoje eu tenho certeza...
A nossa história não termina agora...
Pois essa tempestade um dia vai acabar...

Quando a chuva passar...
Quando o tempo abrir...
Abra a janela e veja: eu sou o sol...
Eu sou céu e mar...
Eu sou céu e fim...
E o meu amor é imensidão...

Quando a chuva passar...
Quando o tempo abrir...
Abra a janela e veja: eu sou o sol...
Eu sou céu e mar...
Eu sou céu fim...
E o meu amor é imensidão...


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Faixas

1. Abalou
2. Poder
3. Pra Sempre Ter Você
4. A Galera
5. Eh! Maravilha
6. Zum Zum Ê
7. Cadê Você?
8. Quando a Chuva Passar
9. Na Bahia
10. Mega Beijo
11. Soy Loco Por Ti América
12. Chorando se Foi: ao Vivo

 

Edição 64

Galeria Andrzej Tomasz Mielniczek

Andrzej Tomasz MIELNICZEK, pintor e restaurador de obras de arte, nascido em Przemysl (Polônia). Estidou pintura, artes gráficas e conservação de pinturas na Academia de Belas-Artes de Varsóvia. Restaurador de quadros, associado aos Museus e Monumentos Históricos da França. Encarregado do curso de restauração de pintura no Instituto Francês de Restauração des Oubras de Arte (IFROA) em Paris, da Universidade de Bordeaux III, da Escola Superior de Belas-Artes de Clermont-Ferrand, da Universidade Paul Valéry em Montpellier. Criador e presidente da Federação Nacional dos Artistas Restauradores de Oubras de Arte (FNAROA), criador et diretor da revista técnica «Conservation-Restauration», em Paris. Pintor convidado a participar da «Biennale Internazionale dell'Arte Contemporanea 2005» em Florença.

Fonte:http://www.adhikara.com/andrzej-mielniczek/index.html

Andrzej Tomasz Mielniczek - Arte Sexualidade

Andrzej Tomasz Mielniczek - Arte Sexualidade

Andrzej Tomasz Mielniczek - Arte Sexualidade

Andrzej Tomasz Mielniczek - Arte Sexualidade

Andrzej Tomasz Mielniczek - Arte Sexualidade

Andrzej Tomasz Mielniczek - Arte Sexualidade

Andrzej Tomasz Mielniczek - Arte Sexualidade

Andrzej Tomasz Mielniczek - Arte Sexualidade

Andrzej Tomasz Mielniczek - Arte Sexualidade

Andrzej Tomasz Mielniczek - Arte Sexualidade

Andrzej Tomasz Mielniczek - Arte Sexualidade

Andrzej Tomasz Mielniczek - Arte Sexualidade

Andrzej Tomasz Mielniczek - Arte Sexualidade

Andrzej Tomasz Mielniczek - Arte Sexualidade

Andrzej Tomasz Mielniczek - Arte Sexualidade

 

Um toque sobre arte

Para os que gostam de arte, e principalmente para os pintores iniciantes apartir desta edição disponibilizamos este espaço com dicas, técnicas e curiosidade sobre a arte da pintura em tela, dadas pelo grande Mestre Dinyz Domingos.

Saiba mais sobre o professor Dinyz aqui.

Professor Dinyz Domingos
Dinyz Domingos

O que se deve evitar ter ou fazer no atelier:


- Aparelho de TV, (a tv distrai tanto que chegamos a parar de pintar);
- Ouvir músicas cantadas, (a letra da música nos distrai, e até cantamos junto, é difícil fazer duas coisas ao mesmo tempo. Eu particularmente gosto de ouvir música clássica. Um pintor precisa de muita concentração, todas as vezes que nos distraiamos, perdemos o "fio da meada";
- Pintar o acabamento do quadro com luz artificial. Projetar ou compor dar a base do quadro tudo bem, mas finalizar o trabalho, somente com a luz do dia;
- Pintar mais de um quadro ao mesmo tempo;
- Pinte quando realmente tiver tempo. Não desista do trabalho facilmente;
- Não deixe alguém dar palpite;
- Evite procurar resposta para seu quadro em outros artistas;
- Evite pintar em ambiente fechado, deixe o ar circular. É bom ter um exaustor pequeno;
- Evite trabalhar com as mãos sujas de tinta;
- Não sujem cabos de pincéis ou da espátula;
- Não trabalhem com roupas que não queiram sujar;

Estas coisas preocupam e nos distraem. Não estamos acostumados a ficar com as mãos ou roupas sujas , ficamos procurando alguma coisa para nos limparmos, e rouba nossa concentração.

Música

A Semente do Amor
A cor do som

Sim, é como a flor
De água e ar luz e calor, o amor precisa para viver (2x)
De emoção, e de alegria, e tem que regar todo dia
No jardim da fé,
Eu já plantei um pé de esperança
No tempo do tempo,
Dia, chuva, vento e pensamento
Num jardim da vida
Já cresceu e é a consciência
Fruto da vivência é
É a consciência é
Sim, é como a flor...

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Faixas

1. Saudação a Paz
2. Semente do Amor
3. Zanzibar (As Cores)
4. Os "Pingo" da Chuva
5. Swingue Menina
6. Davilicença - Part. Moraes Moreira
7. Noites Cariocas
8. Amor Inteiro (Oxalá)
9. O Dia de Amanhã
10. Abri a Porta
11. Zero
12. Menino Deus - Part. Caetano Veloso
13. Beleza Pura - Part. Daniela Mercury
14. Tocar - Part. Canarinhos de Petrópolis
15. Frutificar
16. Pela Beira do Mar (Versão Estúdio)

 

Edição 63

Galeria Rachel Ferguson

"A Solidão é uma forma de auto-proteção. É um lugar onde alguém pode evitar responsabilidades para com os outros e negar qualquer necessidade de aprovação. Disponibiliza tempo para escapar às demandas da vida cotidiana. É simples, contida e estática.

Minhas pinturas tencionam revelar o consolo da solidão, mas também suas limitações. As figuras são confinadas pelo espaço que ocupam e seus corpos são representados inativos por seus pensamentos. Em úlitma instância, a segurança de suas poses contidas sugerem ao observador uma sensação de estarem presos em uma armadilha.

Meu trabalho tenta comunicar tanto a dependência da solidão como a urgência de alguma força externa capaz de quebrá-lo".

Fonte:http://www.sarahbaingallery.com/ferguson_page_arch.htm

Rachel Ferguson - Girl with Yellow Flower- arte sexualidade corporalidade
Girl With Yellow Flower

Rachel Ferguson - Girl with flowered ribbon - arte sexualidade corporalidade
Girl With Flowered Ribbon

Rachel Ferguson - Arrangement - arte sexualidade corporalidade
Arrangement

Rachel Ferguson - Blue Dream - arte sexualidade corporalidade
Blue Dream

Rachel Ferguson - Grip - arte sexualidade corporalidade
Grip

Rachel Ferguson - Girl with white flower - arte sexualidade corporalidade
Girl With White Flower

Rachel Ferguson - Shielded - arte sexualidade corporalidade
Shielded

Rachel Ferguson - Behind her - arte sexualidade corporalidade
Behind Her

Rachel Ferguson - Girl on bench - arte sexualidade corporalidade
Girl On Bench.

Rachel Ferguson - Grown - arte sexualidade corporalidade
Grown

Rachel Ferguson - Bowed - arte sexualidade corporalidade
Bowed

Rachel Ferguson - Nest - arte sexualidade corporalidade
Nest

Rachel Ferguson - View - arte sexualidade corporalidade
View

Rachel Ferguson - Kerchief - arte sexualidade corporalidade
Kerchief

Rachel Ferguson - His shirt - arte sexualidade corporalidade
His shirt

Rachel Ferguson - Barriers - arte sexualidade corporalidade
Barriers

 

Um toque sobre arte

Para os que gostam de arte, e principalmente para os pintores iniciantes apartir desta edição disponibilizamos este espaço com dicas, técnicas e curiosidade sobre a arte da pintura em tela, dadas pelo grande Mestre Dinyz Domingos.

Dinyz Domingos, 70 anos, Catarinense, dedica-se a pintura desde 1953, tem seus trabalhos comercializados por toda América do Sul, USA e Europa. Seu estilo inconfundível mistura com liberdade impressionismo e expressionismo. Professor de artes, leciona pintura para amadores e profissionais, tendo ministrado aulas na Universsidade de Blumenau SC, aulas em seu estúdio, e Workshops em várias cidades do sul do Brasil.

Professor Dinyz Domingos
Dinyz Domingos

Montando o Estúdio - (Atelier)
01 - Cavalete pesado com rodinhas no pé.
01 - Mesinha alta (que fique mais alta que a banqueta).
01 - Banqueta giratória e alta.

Na mesinha uma madeira (90x30) para as tintas. "Alguns pintores usam palheta de mão", hoje usamos uma mesa, assim ficamos com as mãos livres, é mais cômodo.

01- Lavador de pincéis.
01- Espátula de mesa.
02- Espátulas de trabalho.
01- Trincha meia polegada.
03- Pincéis, dois de trabalho e um para assinar,
01- Vasilha para médium.
Panos para limpeza de pincéis (eu uso listas telefônicas velhas).

Estrutura:
Coloque o cavalete no meio da sala, mais perto da janela. a mesinha a sua direita o lavador "bem à direita" da mesinha, evitando assim, respirar solventes e outros produtos tóxicos que usamos. Tenha pelo menos mais duas mesas, uma na altura de uma cadeira, outra mais alta para colocar objetos para modelos. Ex: flores e natureza morta.

Alguns artistas usam uma cadeira giratória baixa. Trabalham com a regulagem do cavalete em baixo , isso seria para pintores que não pintam impressionismo. Para os impressionistas é preciso utilizar muito a distância para conseguir os efeitos. O uso de uma banqueta alta facilita a circulação e os movimentos das pernas.

Iluminação:
Para aqueles que pintam a noite aconselho 3 lâmpadas frias e uma quente (deve-se sempre misturar). Outra iluminação aconselhável é uma lâmpada de metal de 75 wats e mais 3 lâmpadas frias "essas econômicas". O mais recomendável é a iluminação natural vindo pela esquerda. Sempre coloque a iluminação vindo da esquerda (se for destro) e o contrário para os canhotos. Evite que sue próprio braço projete sombra na tela.

Conheça a comunidade no orkut do Mestre Dinyz.

 

Música

A Alma E A Matéria
Marisa Monte

Composição: Carlinhos Brown, Marisa Monte, Arnaldo Antunes

Procuro nas coisas vagas ciência
Eu movo dezenas de músculos para sorrir
Nos poros a contrair, nas pétalas do jasmim
Com a brisa que vem roçar da outra margem do mar

Procuro na paisagem cadência
Os átomos coreografam a grama do chão
Na pele braile pra ler na superfície de mim
Milímetros de prazer, quilômetros de paixão

Vem pra esse mundo, Deus quer nascer
Há algo invisível e encantado entre eu e você
E a alma aproveita pra ser a matéria e viver



Faixas

1. Universo ao Meu Redor
2. O Bonde do Dom
3. Meu Canário
4. Três Letrinhas
5. Quatro Paredes
6. Perdoa, Meu Amor
7. Cantinho Escondido
8. Statue of Liberty
9. A Alma e a Matéria
10. Lágrimas e Tormentos
11. Satisfeito
12. Para mais Ninguém
13. Vai Saber?
14. Pétalas Esquecidas

 

 
Edição 62

Galeria Kathy Jones

"Eu nasci em San Francisco estudei na Stanford University na época em que Richard Diebenkorn era um artista residente. Meu trabalho é fortemente influenciado por minha experiência californiana e pela afinidade que sinto pelos pintores figurativos da Bay Area. Minhas pinturas são sobre silêncio, solidão, espaço e sombra – sobre os momentos entre ações. Eu pinto pessoas esperando, fitando, fazendo uma pausa ou indo de um lugar para outro.

A superfície da pintura é tão importante para meu trabalho quanto a imagem. Estou sempre experimentando relações de cores e justaposições inesperadas que acontecem durante o ato de pintar. A textura e as camadas de tinta devem ser ricas e exóticas; as cores, luminosas e misteriosas. Eu empurro e puxo as cores umas contra as outras e procuro o lugar onde elas interagem ao máximo.

Eu nunca sei onde uma pintura vai terminar. Os planos de fundo e os humores emergem e mudam à medida que o trabalho progride. Minha meta é criar pinturas que sejam desafiadoras e provocativas. Minha esperança é que as pessoas que vêem meu trabalho sejam impelidas a trazer suas próprias histórias para a pintura e contem suas próprias histórias".

Fonte:http://www.kathyjonesstudio.com/figures.htm

 

Música - Poema recitado (Clique aqui para ouvir!)

Haragana

Soy moça faceira.
Prenda fandangueira.
Passos de chimarrita
Flor de goiabeira.

Tirana do lenço.
Prenda haragana,
bailando no vento
a dança pampeana.

No tranco da acordeona
me faço de gaviona.
No cabelo trago una rosa,
no peito alma chorosa,
na boca sorriso aberto
de china vitoriosa.

por Sônia (Anja Azul)

 

 
Edição 61

Galeria David Cobley

David Cobley nasceu em Northampton, Inglaterra, em 1954. Depois de viajar pela Europa, ele mudou-se para estudar e trabalhar no Japão. Ao retornar à Inglaterra, em 1985, ele trabalhou como ilustrador free-lancer, mas continuou a desenhar e pintar em seu tempo livre. Depois de ser listado para o prêmio BP Portrait (então patrocinado por John Player), a pintura e os retratos gradualmente tomaram o lugar da ilustração.

Desde que se tornou um pintor de tempo integral, ele trabalhou para uma grande variedade de instituições e realizou várias exposições solo, sendo a mais recente no Messum's, em Londres.

Sobre seu trabalho, ele diz: "Minhas pinturas são quase inteiramente em torno da figura - a forma humana quando é iluminada, bem como escondida, pela luz que cai sobre ou em volta dela. Usando os efeitos de luz, a pintura pode criar a ilusão de uma forma sólida no espaço, enquanto, ao mesmo tempo, tornar indistintas as fronteiras entre uma e outra. A mídia da pintura também possibilita o surgimento de outro tipo de ilusão: a figura emergindo e, ao mesmo tempo, se dissolvendo no pigmento que lhe dá vida. Na meia-luz entre a luz e a sombra, a pintura oferece uma possibilidade tantalizante de drama, intriga e mágica".

Fonte: http://www.davidcobley.co.uk/dean.htm

David Cobley - Aqua Blue - arte sexualidade corporalidade
Aqua Blue, oil on linen

David Cobley - Chorion II - arte sexualidade corporalidade
Chorion II, oil on linen

David Cobley - Embrace - arte sexualidade corporalidade
Embrace, oil on linen

David Cobley - Gold Back - arte sexualidade corporalidade
Gold Back, oil on linen

David Cobley - Hot Cocoa - arte sexualidade corporalidade
Hot Cocoa, oil on linen

David Cobley - Man turning - arte sexualidade corporalidade
Man Turning, oil on linen

David Cobley - Pale Light - arte sexualidade corporalidade
Pale Light, oil on linen

David Cobley - Pause I - arte sexualidade corporalidade
Pause I, oil on linen

David Cobley - Red Glow - arte sexualidade corporalidade
Red Glow, oil on linen

David Cobley - Seated Figure - arte sexualidade corporalidade
Seated Figure, oil on linen

David Cobley - Upright - arte sexualidade corporalidade
Upright, oil on linen

David Cobley - Winter Light - arte sexualidade corporalidade
Winter Light, oil on linen

David Cobley - An Arab - arte sexualidade corporalidade
An Arab, black chalk

David Cobley - Edward - arte sexualidade corporalidade
Edward, oil on linen

David Cobley - Freudian Slip - arte sexualidade corporalidade
Freudian Slip

David Cobley - Life Drawing - arte sexualidade corporalidade
Life Drawing, wash on sugar paper

David Cobley - Life Drawing II - arte sexualidade corporalidade
Life Drawing II, indian ink on paper

Música

Gosto de Homens e de Mulheres
Ana Carolina

Eu gosto de homens e de mulheres
E você o que prefere?
Eu gosto de homens e de mulheres
E você o que prefere?

Homens que dançam tango
Mulheres que acordam cedo
Homens que guardam as datas
Mulheres que não sentem medo
Homens de toda idade
Mulheres até as genéricas
Homens que são de verdade
Mulheres de toda a América
Homens no sinal verde
Mulheres de batom vermelho
Homens que caem na rede
Mulheres que são meu espelho

Eu gosto de homens e de mulheres
E você o que prefere?
Eu gosto de homens e de mulheres
E você o que prefere?

Mulheres na guitarra
Homens de corpo e mente sã
Homens vestindo sobretudo
Mulheres melhor sem soutien
Homens que enrolam serpente
Mulheres que vão na frente
Homens de amar tão de repente
Mulheres de amar pra sempre

Eu gosto de homens e de mulheres
E você o que prefere?
Eu gosto de homens e de mulheres
E você o que prefere?