![]() |
|
||||||||||||||
| Patrocínio: Lingerie by Marta Campos Underwear | Decora Brasil - Móveis Casa e Decoração de Interiores |
|||||||||||||||
| Edição 35 | Amor
Há que se falar em amor
canção de fogo
se se se
|
||||||||||||||
| Edição 34 | Se acaso
Ebony with red flowers por kosorukov Se meu olhar Se meus beijos Mas, se ao final da jornada, És Mulher
Trazes no peito a magia A pele bordada a saudade As mãos onde me moldo És os passos que trilho Seja tempestade de verão A todas e a apenas uma, Pedro
|
||||||||||||||
| Edição 33 | O bailado das mãos
Mãos cálidas Abrindo portas Incendiando minha pele Querendo mostrar-me Dizendo-me coisas Transmitindo sensações Me sinalizando Cleide Jean Sonho...
Game with butterflies por Peter Mitchev Acordei ainda há pouco. Sonhei novamente contigo. Assistíamos, deitados, a um esplêndido pôr-do-sol. Minha cabeça encostada no seu peito, deixando meus cabelos à altura do seu queixo e da sua boca. Beijei-o e senti o cheiro do seu perfume, melhor dizendo, sonhei o cheiro do seu perfume. Sonho-te diversas vezes, durante muito tempo. Seus olhos não se desviavam da magnificência do sol irrompendo contra o forte e distante horizonte. No entanto, ainda chegava alguma iluminação naquele quarto surrealmente grande e na penumbra. Iluminavam seus olhos que irradiavam uma cor diferente. Era bonito. Simples assim: bonito. Não bonito como Chopin ou Neruda. Era bonito simplesmente por ser capaz de me retirar qualquer outra concepção de parâmetro para beleza. Como o belo deve ser: inexpressível em palavras. Deve não por obrigação. Deve por suposição. Para mim, belo era ver você. Sonhei-te nu, debaixo dos lençóis, vendo um pôr-do-sol todo pintando em óleo no horizonte longe que ansiávamos quando juntos. Ouvi sua voz, seu gemido sorrindo e falando amenidades. Suas amenidades eram poesias de borboletas em revoada sobre enormes papoulas. Eu não sabia que borboletas eram poetisas e você apenas me disse: "não são poetisas, são poéticas". Você não desviou do horizonte uma vez sequer. Acordei com suas palavras no meu ouvido. Acordei ainda há pouco. Revirei-me na cama como borboleta em crisálida, mas acho que ainda não rompi o meu casulo. E sei que, enquanto te escrevo, você ainda deve estar dormindo. Roberta Sangiuliano Pedroso
|
||||||||||||||
| Edição 32 | Beija-me
sobrevoa Ariadna Garibaldi Embriaga-te
Amor dentro del Caos I por Nicoletta Tomas Caravia Esta língua ávida que meu corpo
explora Géssica Hellmann
|
||||||||||||||
| Edição 31 | Ensina-me a amar
Ensina-me a amar, Ariadna Garibaldi
Absinto
Couple por Nebojsa Duranovic (1997) Não me adie a cor da vasta noite Não me adie o absinto Sérgio Ornellas
|
||||||||||||||