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| Edição 105 |
Como reagi ao diagnóstico positivo (parte I)
Por Claudio Santos de Souza (Sugira um tema para esta revista) Quando fundei a comunidade Soropositividade e Sexualidade
sabia que estava começando a lidar com um assunto complexo. Sexo
é complexo até entre duas pulgas. A primeira pergunta
que lancei foi a seguinte: O exame está feito. Deu positivo.
O que você faria?
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| Edição 104 |
Sexualidade
![]() Hermel Orozco Por Claudio Santos de Souza (Sugira um tema para esta revista) Nenhum tema pode ser tão complexo. Mesmo
depois da pílula, da “revolução sexual”
e da AIDS as pessoas continuam se recusando a falar sobre sexo. |
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| Edição 103 |
Energia e consciência - sobre a violência doméstica contra a mulher
![]() A limited independence por Ni Ketut Por Dayse Mara Bortoli (Sugira um tema para esta revista)
A energia psíquica, as pulsões são
fundamentais para que o ser humano expresse suas sensações
e sentimentos, perceba o mundo ao seu redor e através de atitudes
de comportamento procure ser feliz e ter prazer. |
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| Edição 102 | Aspectos políticos da sexualidade: curar a sociedade ou remendar o doente?
![]() Circe por Cassandra Tiffin-Lavers Por Géssica Hellmann (Sugira um tema para esta revista)
Aos que já me conhecem e acompanham as atualizações da revista, sabem que desde 2005 edito e publico neste espaço temas referente à sexualidade humana. Sou brasileira, nasci no sul do país, morei algum tempo no Rio de Janeiro e hoje estou em Santa Catarina. Nasci em uma cidade onde as mulheres são criadas para namorar, casar, ter filhos e ser dona de casa. Algumas para estudar... mas nunca se espera que elas sustentem a família. O homem é educado para o papel de provedor. Muitos homens casados acham que sentir prazer e fazer sexo - com todas as fantasias possíveis – é algo que só deve fazer no prostíbulo na esquina. Com a mulher, em casa, o “correto” limita-se ao "papai-mamãe". Se a mulher pede algo a mais, ou tenta inovar, o homem já acha que está sendo traído: onde ela aprendeu tudo isso se não foi com ele? Há muitas mulheres que ultrapassam os "limites impostos pela sociedade". Estudam, ampliam os horizontes, querem ser independentes. Algumas conseguem um espaço. A maioria acaba saindo da cidade, em busca de "ar" ou de pessoas com outro tipo de pensamento. As mulheres, em sua maioria, são mais evoluídas do que os homens, mas muitas param ou se acomodam no cumprimento do papel que se espera delas. A isso chamo de “educação tradicionalista”. Mas essas definições rígidas dos papéis sexuais acontece somente em cidades tradicionalistas? Não. Esse é um fenômeno universal, que afeta a toda a humanidade, principalmente nas sociedades ocidentais. A diferença está no modo como essas neuroses são “revestidas”. Em uma cidade metropolitana como o Rio de Janeiro, por exemplo, parte dessa moralidade funciona às avessas, mas de forma igualmente terrível. Se uma mulher quer se casar virgem, a moralidade vigente grita: “Mas você ainda é virgem”? O policiamento sobre o comportamento do outro e a exclusão quando se quebra as “sagradas regras sociais” são constantes, mas assumem forma de “bom humor”, através de piadinhas tão depreciativas quanto uma acusação direta. O carioca “tem” que gostar de pagode, de carnaval e de torrar na praia. Porque é isso que se espera dele. Ele precisa ignorar solenemente o que está debaixo de seu nariz: as praias poluídas, as calçadas imundas, a violência verbal e física a cada esquina, a falta de educação, gentileza e cordialidade... Mas o Rio é lindo! “Em política cada um culpa os demais, nunca a si mesmo. É hora de parar de culpar o bode expiatório. Já é mais do que na hora de ver o que divide a humanidade. É a peste emocional, chamada “pecado” na Cristandade, que fragmenta a humanidade. É a couraça que torna o homem desamparado e prostrado. É novamente a couraça que é o terror da Vida viva, fluente, que cria os portadores da peste, que se tornam os sargentos dos exércitos de nações cruéis” (Reich, 1995 p.206). Demos o exemplo da mulher, mas a culpa é somente dos homens? Não. A culpa é da sociedade e de suas “regras morais”. Qualquer pessoa que infringir as regras é crucificado. Quem faz a sociedade? O Zé Ninguém e a Maria Ninguém, ou seja, nós. Vivemos em uma sociedade que produz neurose, uma sociedade em que desde que se nasce, já se é doente. Será que a solução se encontra em “remendar” o problema em consultórios de psicoterapias? Ou será que Reich estava certo ao defender que era preciso “produzir” saúde? Por que, mesmo nas comunidades auto-intituladas “reichianas”, pouco se fala sobre seu importantíssimo trabalho político? Além de editora, sou artista
plástica, e abordo na arte a corporalidade
e a sexualidade humana. Daqui a duas semanas, farei uma exposição
cujo o tema é uma homenagem aos 50 anos de morte de Wilhelm Reich,
chamada “Função
do Orgasmo”. Fui muito bem recebida pela mídia até o momento e tenho certeza de ter despertado pelo menos a curiosidade de alguns: “quem é esta artista que fala sobre sexo”? Essa estranheza vem de que muitos limitam sua idéia de sexualidade ao ato sexual, sem perceber que o termo se refere a toda nossa existência. As obras que preparei para essa esposição retratam a mulher desde o matriarcado, quando ainda podemos dizer que havia uma “sexualidade natural”, até a mulher contemporânea. Com a passagem do matriarcado para o patriarcado, surge o “pecado original” e também a “peste emocional”, quando a sociedade começa a reprimir e anular no corpo tudo o que é o belo e natural. É isso que a psicologia corporal nos mostra, ao ensinar-nos a ler a corporalidade, as expressões corporais. Reich foi o fundador da psicologia corporal. Ele e seus contemporâneos mapearam o corpo humano e nos mostraram que há possibilidade de libertar essa energia represada no que chamou de couraça muscular. Mas Reich foi mais além, nos instigando a não somente remendar os estragos sociais através da terapia, incitando-nos.a mudar todo o pensamento político e ideológico que nos mantém nessa prisão sem muros que é a sexualidade amordaçada. Voltando ao nosso inimigo contemporâneo, a AIDS, sinto que devo lutar contra esse monstro aqui em Santa Catarina. A idéia que se transmite na mídia sobre o "Coquetel anti-AIDS" como solução para o problema, sem abordar os graves efeitos colaterais da medicação antiretroviral, ou as dificuldades do dia a dia de um HIV positivo. Uma pessoa que desenvolveu a doença precisa de apoio diário: psicológico, atividade física, massoterapia, terapias de grupo e outras atividades em que os pacientes possam dar e receber apoio mútuo. A AIDS, assim como as outras DSTs, são conseqüências diretas da "Peste Emocial", do desconhecimento e intolerância com relação à própria sexualidade. Na década de 1960, explode a "liberação sexual", o lema "sexo, drogas e rock and roll". Nos anos 1980 surge a AIDS, e a tal “liberação” sem liberdade de fato cobra o seu preço. Onde está a liberdade real? Não vou mudar o mundo. Mas se eu puder alertar e fazer alguma diferença no pensamento e atitude de quem estiver próximo, eu o farei, e a arte estará a meu lado.
Reich, Wilhelm. O assassinato de Cristo. São Paulo: Martins Fontes, 1995. |
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| Edição 101 | Você sabe se é portador do vírus HIV?![]() Fear of the Future por Cassandra Tiffin-Lavers Por Géssica Hellmann (Sugira um tema para esta revista) Inicio esse artigo com uma indagação: Você sabe se é portador do vírus HIV? Por favor não responda! Quero apenas que você, leitor, reflita sobre os sentimentos que emergiram a partir dessa pergunta, pois trata-se de uma pergunta extremamente intrusiva, que envolve uma série de pressupostos relativos à sua intimidade: atividade/inatividade sexual, com parceiros estáveis ou ocasionais, com uso ou não preservativos durante o ato sexual, questionamentos sobre a fidelidade no casamento/relacionamento, entre muitas outras questões sensíveis. Note como é diferente perguntar se “você sabe se é portador de diabetes”? O diabetes não é uma doença sexualmente transmissível. Logo, tende a não ser sentida como uma pergunta tão “íntima” ou “intrusiva”. O que me leva a outra questão, extremamente grave: algum médico, já pediu a você um exame de HIV? De minha parte, respondo que o assunto nunca veio à baila no consultório médico até que eu ficasse grávida! Por quê? Será que, talvez, a pergunta não seja feita justamente para não provocar o “mal-estar” e todos os sentimentos que acarreta? Ou será que os médicos que me atenderam ainda trabalham com a idéia superada de “grupo de risco” e, conseqüentemente, julgaram improvável que eu pudesse ter contraído a doença? Os profissionais de saúde são unânimes em afirmar que não existem mais “grupos de risco”. Cito, como exemplo, o caso de uma senhora a quem entrevistei, portadora de HIV/AIDS, que acaba de celebrar 80 anos de idade. Ela afirmou que seu clínico achava
que “idosos não pegam AIDS.” Ela
teria se infectado aos 70 anos de idade, com seu namorado. Ela atribui
à “pílula azul” e às próteses
de silicone um aumento na atividade sexual do idoso – grupo definido
pelo IBGE como a população a partir dos 60 anos de idade
– o que os teria deixado tão expostos ao risco de infecção
pelo HIV quanto os mais jovens. Segundo Parker e Aggleton (2001) “ao longo de duas décadas, enquanto os países, em todo mundo, lutam para dar resposta à epidemia de HIIV/AIDS, as questões do estigma, da discriminação e da negação vêm sendo alguns dos dilemas mais mal entendidos e mais persistentes enfrentados pelo desenvolvimento dos programas de saúde e educação públicas”. Porque a realidade do HIV/AIDS parece tão fora do nosso círculo “familiar”? É importante enfatizar que, quando o assunto abrange AIDS, o corte na pirâmide socioeconômica é vertical. A AIDS atinge todos os segmentos da população, por qualquer crítério que se queira adotar: sexo, idade, profissão, classe social, grau de instrução, etnia, religião. Nesses últimos dois anos, realizei entrevistas com psicólogas, profissionais de saúde, jornalistas e pacientes soropositivos. Uma das declarações mais freqüentes é a de que a desinformação mata e ainda é uma das principais causas do assustador crescimento da epidemia de AIDS. Por exemplo, é alarmante a seguinte declaração de Cláudio Oliveira, assessor de comunicação da ABIA – Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS, fundada pelo sociólogo Herbert de Souza, o “Betinho”: “É importante ressaltar que não há 'cura' para a AIDS. Um grande problema é que muitas pessoas, não tão bem informadas, ao receberem fragmentos de informação na mídia, ficaram com a impressão de que a AIDS se tornou uma doença crônica, parecida com o diabetes. As pessoas pensam que você passa o resto da vida tomando o remédio e tudo bem, não vai morrer da doença. Só que, em nenhum momento, recebe o devido destaque a realidade das infecções oportunistas, dos efeitos colaterais fortíssimos dos medicamentos... Há casos de pessoas que vêm a falecer em função desses efeitos colaterais”. É importante entendermos como o processo de estigmatização, descriminação e negação funciona no meio social. O Brasil é considerado país-modelo no terceiro mundo em combate a epidemia de AIDS. Então porque a epidemia continua crescendo assustadoramente, não só no Brasil, como em outros países? Gaiarsa (2006) sugere que a “abstração e a generalização” podem ser tidas como defesas neuróticas coletivas, e que a generalização, mais vezes sim do que não, “existe a serviço da agressão”, ela é um mecanismo neurótico coletivamente criado e aceito para permitir agressão sem culpa. Um mecanismo gerador de preconceitos. O autor cita como exemplo: “os negros” (todos os negros) “não prestam”, “os judeus” (todos os judeus) “só pensam em dinheiro”, “os americanos”, “os árabes”, e assim por diante. O autor continua: “a raiz do fanatismo é esta: o agarrar-se a uma interpretação da realidade como se ela fosse a única”. Seguindo essa linha de raciocínio, a generalização pode ser a causa “inconsciente” do preconceito contra o que é diferente. Marshall (segundo Parker e Aggleton, 2001) afirmaria que os primeiros sociólogos viam a discriminação como uma expressão de etnocentrismo ou, em outras palavras, um fenômeno cultural de “não gostar dos diferentes”. Já análises sociológicas mais recentes sobre a discriminação concentram-se em padrões de dominação e opressão, vistos como expressões de busca de poder e privilégio. Em resumo, pode-se afirmar, segundo Parker e Aggleton (2001), que a natureza do estigma é contextual, histórica, empregada estrategicamente para produzir e reproduzir relações e desigualdades sociais. Quando falamos da relação de sexualidade, cultura, poder e noções de diferença, parece não ser possível deixar de citar Foucault. Para Parker e Aggleton (2001), “os estudos mais influentes que Foucault fez sobre o poder, Vigiar e Punir e A História da Sexualidade, volume I: A Vontade de Saber, enfatizavam o que ele definia como novo regime de conhecimento/poder que caracterizou as sociedades européias modernas durante o final do século dezenove e começo do século vinte. Dentro desse regime, a violência física ou a coerção foram cada vez mais dando lugar ao que ele descreveu como 'sujeição', ou controle social exercido não através da força física, e sim pela produção de sujeitos adestrados e corpos dóceis. Ele explicou como a produção social da diferença está ligada aos regimes estabelecidos de conhecimento e poder”. Os autores afirmam ainda que é possível ver a estigmatização desempenhando um papel-chave na transformação da diferença em desigualdade, e pode funcionar, em princípio, em relação a qualquer dos eixos principais da desigualdade estrutural interculturalmente presente: classe, gênero, idade, raça ou etnia, sexualidade ou orientação sexual, e assim por diante. Segundo, e mais importante ainda, “o estigma é empregado por atores sociais reais e identificáveis que buscam legitimar o seu próprio status dominante dentro das estruturas de desigualdade social existentes”. Resumindo, a estigmatização está diretamente relacionada às desigualdades de poder; ela faz com que as desigualdades sociais pareçam ‘razoáveis’ e, por fim, criam e reforçam a exclusão social. “Um foco sobre as relações entre cultura, poder e diferença na determinação da estigmatização motiva um entendimento da estigmatização e discriminação ligadas ao HIV e à AIDS como parte do que talvez possa ser descrito da melhor forma como economia política da exclusão social presente no mundo contemporâneo” (Parker e Aggleton, 2001). Desde o início da epidemia de HIV e AIDS, mobilizou-se uma série de metáforas poderosas para reforçar a estigmatização: morte, horror, punição, crime, guerra, vergonha, acontece com “o outro”. É importante enfatizar que, antes do surgimento do HIV/AIDS, já existiam outras formas de estigmatização que, hoje, interagem com a estigmatização da epidemia de HIV/AIDS, tais como a de gênero, orientação sexual, posicão no sistema socioeconômico e raça. Atrevo-me, então, a supor que, se essas outras formas de estigmatização já estivessem superadas, o portador do vírus HIV, poderia ser encarado como uma pessoa com diabetes ou câncer. O estigma, caso existisse, seria muito menor. Em entrevista com a psicóloga Mariceli Bernini que trabalha no IPrA como portadores do vírus HIV, ela atesta que, como o fato de que a principal via de transmissão do virus da AIDS é o contato sexual, criam-se muitos problemas adicionais, advindos de questões culturais relacionadas à sexualidade. Se é uma mulher a portadora do HIV, ou é rotulada como “a promíscua” ou como “a traída”; se é um homem, já está previamente rotulado como “homossexual”, se o caso envolve uma pessoa idosa, trata-se de uma “velhinha ou velhinho safado”. Dessa maneira todo soropositivo já se sentiria socialmente pré-rotulado para a exclusão. Outro estigma relacionado propriamente com a AIDS, é o medo da infecção e o medo da morte. Muita desinformação sobre os meios de contágio, apesar das diversas campanhas realizadas nos últimos 20 anos, ainda transforma os doentes em “Infames” pela sociedade. A desinfomarção continua gerando preconceito, vitimando e culpando os portadores de HIV/AIDS. Agora, podemos ter uma visão mais ampla dos motivos por trás desses “sentimentos confusos” despertados na indagação quanto a ser ou não portador do vírus HIV. Imagine então como é dificil para uma pessoa portadora do vírus HIV lidar com seus próprios sentimentos, exorcizar os medos, viver um dia de cada vez. E ainda, o quanto é importante o auxílio dos amigos, dos familiares e de profissionais que lidam diretamente com os portadores de HIV para que esse “viver um dia de cada vez” possa ser feito com o máximo de harmonia possível. A AIDS não acontece somente nos “centros urbanos”. Outra questão de pesquisa gravíssima é o fenômeno da interiorização da AIDS, isto é, a migração da epidemia dos grandes centros urbanos para cidades médias e pequenas do interior do país. Segundo relatos individuais, que pretendo investigar mais a fundo, há casos de pessoas residentes em centros urbanos que, ao se descobrirem com HIV, decidiram “mudar de vida” e migraram para uma cidade menor, tentando “apagar o passado”, mas levando o vírus com elas. E, chegando lá, namoram, casam-se, muitas vezes sem avisar o parceiro(a) que é portador do HIV. Você sabe com quem seu namorado/parceiro(a) manteve relações sexuais? Sabe que um vírus HIV pode ficar anos incubado sem se manifestar? “Segundo o Boletim Epidemiológico de 2002,
publicado pelo Ministério da Saúde, o número de
mulheres contaminadas com o vírus da Aids tem crescido a cada
ano e, na maioria dos casos, através de relações
heterossexuais. Entre as décadas de 80 e 90 as mulheres maiores
de 13 anos, contaminadas pela relação heterossexual, perfaziam
um total de 61,1%. No ano de 2002 esta porcentagem elevou-se a 93,5%”.
(Giacomozzi, 2004). Então lembre-se: AIDS é problema seu também. AIDS é um problema da humanidade! O HIV não é transmitido por beijos, abraços, suor, saliva, lágrimas, pelo uso comum de piscinas, copos, talheres ou roupas. O contágio é feito por relações sexuais sem protenção (camisinha), transfusões de sangue, pelo uso de agulhas e seringas contaminadas, de mãe soropositiva ao filho durante a gestação, o parto ou a amamentação. Então agora que você já sabe, seja solidário, converse com seus familiares e amigos, e faça essa pergunta: Você já fez um teste de HIV? Sabe como se prevenir? Com o avanço assustador da epidemia, você pode ser o próximo a precisar de apoio. Pense nisso.
Gaiarsa, José Ângelo. Meio século de psicoterapia verbal e coporal. São Paulo: Ágora, 2006. Giacomozzi, Andréia Izabel. Confiança no parceiro e proteção frente ao hiv: estudo de representações socias. Florianópolis, 2004. Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Universidade Federal de Santa Catarina. Disponível em: <http://www.tede.ufsc.br/teses/PPSI0111.pdf > Parker, Richard. Aggleton, Peter. Estigma, discriminação e AIDS. Rio de Janeiro: ABIA, 2001. |
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